Faculdade Paulista inova!
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é uma graça
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Se minha avó fosse viva.....

Ai gentefina que se minha avó estivesse viva, ela não ia acreditar e soltaria logo um ditado, que não existia no tempo dela: Não existe mulher feia, existe mulher pobre!
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Momento L´Oréal
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O Melhor do Cinema Nacional
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Conversa Fiada Alheia
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Entrevista com o dono do Bar do Bardo

Gentefina, quem não conhece o blog Bar do Bardo, pode ir correndinho conhecer. Depois vai dar uma olhada no que pensa o Henrique acerca do ato de escrever, de se comunicar e,principalmente de partilhar humanidade. Colei aqui passagens da estrevista. Vai, diz se o cara não é o tal!
Para a entrevista completa, vai lá no O Teorema da Feira e aproveite a paisagem da alma. Boa viagem!
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"Todos, ainda que no meio social, sempre nos encontramos em estado de solidão. Considero que, sim, a solidão é o que nos identifica como seres humanos e, paradoxalmente, é a solidão que nos une. Como a essência da poesia é também a essência da humanidade, a solidão está na essência da poesia."
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"Narciso se lê ao espelho, mas vê uma imagem distorcida, e essa distorção lhe informa que ele é perfeito... Pessoas com distúrbios alimentares também se leem ao espelho e, por vezes, embora sejam fisicamente perfeitas, a imagem lida é a de seres horrorosos... Poxa, e se o livro ou o écran de um computador for um espelho, o que advirá dele? Creio que o problema não esteja no espelho, mas na relação entre o especular (íntimo) e o espetacular (social). Em todo caso, posso dizer que eu me escrevo, sim. Alguns dizem que certas coisas são a minha cara. Mas eu também minto bastante, o que demonstra sanidade, porque além de toda a seriedade que existe na arte da escrita, literatura também é ficção, devaneio e entretenimento."
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"A leitura é fundamental para a cidadania e para o prazer. Quero dizer com isso que a leitura é útil e agradável. Também quero dizer que o prazer é útil e que a cidadania é agradável. O que um bom leitor lê? Os clássicos, porque os clássicos são as obras que a humanidade escolheu para transmutar carvão em diamante."
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foto - GiseleFreire ( do Vastas) para bar do bardo
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Gente desse planeta,
Vai que é BLOG
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Millôr e Ruben Braga, para deleite de poucos

Esse desenho cheio de poesia e humor, autoria de Millôr Fernandes, é a capa do livro Crônicas de Rubem Braga recém-publicada pela Confraria dos Bibliófilos. São apenas 350 exemplares (assinados pelo ilustrador e pelo editor, José Salles) e não estão à venda.
Aqui, uma parte do texto alegre e sorrateiro de Braga:
"Assim anda o homem solitário na longa praia. Mas aqui a praia não é deserta. Atrás de nós estão os edifícios fechados, e a cidade que desperta penosamente. Parados entre a solidão do oceano e a solidão urbana, estamos entre o mundo puro e infinito de sempre e o mundo precário e quadriculado de todo dia. Este é o mundo que nos prende; estamos amarrados a ele pelos fios de mil telefones." ("Da praia")
Acho o Millôr, aquele tipo de cara acima de qualquer suspeita. O nome disse é confiança. Não me importo com suas opiniões que discordam das minhas, porque na essência, ele faz parte da minha turma, ou eu da dele, pra ser mais modesta.
O cara é um artista gráfico de primeira- não um mero ilustrador - um ser humano justo e limpo, além de manter o humor e a boa vontade em todos os momentos.
Nos episódios tristes, onde seus amigos Ziraldo e Jaguar se envolveram, difamação de Wilson Simonal e recebimento de aposentadoria milionária por danos inexistentes, ele manteve a classe, como nunca. Isso aí..... mundão cheio de gentefina.
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Conversa Fiada Alheia
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Another Break In The Walll
Gentefina, passeando no blog da Luma, vi esse vídeo que veio do Vimeo, e postei. Muito bom, muita alegria mesmo sermos e não sermos outro tijolo nas paredes das cidades.
2o anos da queda do muro de Berlin. Feliz a cidade que tem mudo pra derrubar e, com isso, viver a ilusão da liberdade, ou não.
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BRIDGE THE DIVIDE from ABOVE on Vimeo.
.Blog do Daniel Pizza
"Passados vinte anos da queda do Muro de Berlim, já houve tempo suficiente para muitas de suas lições serem esquecidas. Os que não haviam nascido ou eram pequenos demais não parecem entender a grandeza envolvida no fato. Mesmo que sejam informados de que representou o fim da divisão de uma cidade, o fim da Guerra Fria e o fim do socialismo, não compreendem nem quanto se sofreu e se lutou para que isso acontecesse nem quais esperanças queriam ser erguidas entre os escombros. A queda do muro não era apenas desejo de ver TV e comer hambúrguer, até mesmo porque ele implicava desejos de outras dimensões; era sobretudo a noção duramente assimilada de que autoritarismo e nacionalismo podem até iludir, mas a médio e longo prazo só trazem desvantagem e desgosto. Chega de conversa fiada: 1989 foi uma reação ao controle estatal e uma afirmação de que toda fronteira fechada é falsa.
Naquele mundo dividido, toda tirania começava pela restrição à informação e à expressão e mesmo os que lidavam com elas, como intelectuais, jornalistas e artistas, caíram em grande número na propaganda oficial de que a democracia era mais bem defendida por regimes autoritários, fossem ditos de esquerda fossem ditos de direita. E qualquer forma de abertura econômica, salvo por conveniência ideológica, era vista como entreguismo ou submissão. Lembro essas loucuras porque elas não têm sido lembradas ou então são lembradas como se fossem detalhes. Quando vejo, por exemplo, tantos autores confundindo os problemas que a internet revela ou amplia com um defeito inerente a ela, não às sociedades humanas, fico pasmo. Sim, devemos criticar a boataria e a palpitaria que se multiplicam como vírus nos meios virtuais; mas esquecer a necessidade de sempre celebrar a liberdade tem um custo muito maior.
Do mesmo modo, me espanta que tantas pessoas digam levianamente que “o Estado voltou” ou algo do gênero quando a crise financeira deflagrada em setembro de 2008 é debatida. Primeiro, repetindo, o Estado mínimo é algo que só existia na cabeça de pseudoliberais um dia batizados de neoliberais. Ao longo de todo o século 20, mesmo em países como os EUA, o Estado sempre foi chamado a socorrer bancos e empresas, por um lado, e pressionado a estender uma rede de proteção social, por outro. Na mão de conservadores como Ronald Reagan e Margaret Thatcher, favorecia mais a concentração do que a competição e se esmerava em moralismo e belicismo, além de promover o preconceito contra os imigrantes. Segundo, há uma enorme diferença entre um Estado que intervém no mercado em seu favor, pontualmente, e o velho, velhíssimo desenvolvimentismo, que supunha que seu papel era comandar a economia, como se dispusesse de dados e recursos suficientes para substituir seu dinamismo cultural.
Vide o governo Lula. Depois de um primeiro mandato mal qualificado de “pragmático”, em que deu uma autonomia branca ao Banco Central para manter a mesma política econômica do governo anterior (juros altos e reservas em dólares para alegria de banqueiros nacionais e estrangeiros), no segundo tratou de gradualmente valorizar o também mal qualificado “planejamento”. Fez acordo com o PMDB do oligarca José Sarney, expandiu seus domínios sobre fundos de pensão, bancos estatais, monopólios e sindicatos – toda a burocracia corrupta e politizada que se dependura nos nossos impostos – e, claro, atraiu os “amigos do rei” para patrocinar compras, fusões e obras. No semicapitalismo brasileiro, os empreiteiros continuam a distribuir as cartas. Se a jogatina tiver um veludo de amparo aos pobres, então, não há quem possa com ela.
Qualquer crítica, como se sabe, não passa de “elitismo”, “torcer contra” e “pensar pequeno”. Sendo esta uma sociedade cujas ideias ainda são em boa parte determinadas pela agenda oficial, é cada vez mais comum ouvir também que não há problema nenhum em ser nacionalista; afinal, “os americanos são nacionalistas, os franceses são nacionalistas”, etc. Bem, uma coisa é saber que o mundo não é um só, reconhecer o sentimento de origem e tratar de defender os próprios interesses porque ninguém mais o fará inocentemente. Outra coisa é achar que sua pátria é o centro do mundo, que seu povo é um povo eleito (pela raça, natureza, língua ou história), e vender a imagem falsa de que estamos à porta do Paraíso. Os mesmos que hoje elogiam o nacionalismo de certos países criticavam, duas ou três décadas atrás, seu ímpeto imperialista.
Há, em suma, um aspecto humanista na queda do muro que tem sido esquecido. Aquela foi uma festa da liberdade em todos os sentidos – econômica, política e moral. Não se tratava apenas de uma defesa do mercado e do consumo, mas também de um alerta contra a natureza do poder. A defesa corrente do estatismo, além de desconsiderar a história do capitalismo democrático (em que Estado e mercado vivem em contínua tensão, mas não em mútua exclusão), põe de canto o fator mais importante: a permanente necessidade de cercear o poder, de conter sua vocação de inspirar o que há de pior na chamada natureza humana. A democracia não é apenas o sistema menos ruim que a humanidade concebeu, mas também aquele que mais resistência pode oferecer a suas próprias distorções. Que os muros mentais sejam derrubados."
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Trilha visual
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Her morning elegance - Oren Lavie
Ah, é tão bonito que postei de novo, e vou repetir muito isso. É tão onírico, olímpico, vejos deuses e seres, sei lá....é uma viagem.
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Trilha Sonora
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Outro jeito
A ilusão invadiu o sonhoE a manhã acontece de outro jeito.
Tudo é entranha pra quem se estranha.
Deve estar muito perto,
Mas a distância se perde
E eu não sei o caminho.
Me perdi em sorrisos alheios
Na solidão de outros
Em doces ilusões ancestrais.
Reconheço os ruídos
E eles não me são familiares
Me encarno em astrais invisíveis
Me encontro em corpos diferentes
Sólidos, frágeis.
De pedra ou de água?
Somente ilusões e falseadas sensações.
Vivo, ou penso uma vida vivida?
Não sei de onde venho
Venho de um corpo
Ou venho de um cultivo de longe não identificado?
Uma obra de conseqüência
Um amor apaixonado
Um sonho vadio
Ou de algum laboratório germinativo?
Tudo é tão vago e inopinado....
Minha espera,
O meu grande pensamento
Está por vir.
Os acontecimentos não devem esperar.
Todas as grandes mensagens
Precisam sentir que existe um além
Muito além do infinito da folha de outono
Que os meus olhos perseguiram
E o inverno engoliu.
Espreito sem medo
Sem testemunhas
Sem agradecimento possível
E portanto sem dor.
Ninguém me ouviu
O mundo dormia
O amanhã acontece de um outro jeito.
Atualização:
"Quando despertamos de manhã, acordamos, quando despertamos no sonho, estamos vivos, entre uma e outra coisa temos consciência da ilusão."
Comentário do JBarros para essa postagem. Resumiu de forma méstrica.
Será que existe essa palavra? Bem acabo de inseri-la no meu dicionário, então.
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foto Steve Steigman
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SóPoesiaSó
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Deu no Blog do Luiz Nassif

O calvário
de Luiza Erundina
A sentença entendeu que a matéria publicada não atendia ao interesse público e condenou pessoalmente Luiza Erundina a pagar o elevado valor de R$ 350 MIL REAIS.
Trata-se de decisão definitiva em razão da qual já foram penhorados o apartamento onde mora (seu único imóvel), seu carro e ainda 10% da remuneração mensal como Deputada. Mesmo assim, seu patrimônio é inferior ao total da dívida.
Como a ex-Prefeita Luiza Erundina foi alvo de enorme injustiça, com decisões que tangenciam o preconceito social, ideológico e político, é hora de nos unirmos para demonstrar nossa solidariedade.
Amigos de Luíza Erundina promovem jantar de solidariedade à deputada. O jantar de solidariedade acontecerá na próxima segunda-feira (9), às 20h, no Grand Hotel Ca'd'Ouro ( Rua Augusta, 129 - Consolação, São Paulo).
O convite custa R$ 100.Você pode ligar no hotel, reservar e pagar na hora. Pode também entrar em contato com o escritório de Luiza Erundina - (11) 5078-6642
Além disso, há uma conta bancária, no Banco do Brasil, em nome de "Luiza apoio você"
- ag. 4884-4, conta corrente 2009-5
blog do Luis Nassif
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Conversa Fiada Alheia
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Passe neste teste
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Cat Stevens - Yusuf
Gentefina, sou obrigada, forçada, empurrada, seviciada, a publicar de novo essa jóia aqui. A minha filha Catharina(magrelinha) foi pra Londres com o companheiro dela, o Fábio. Essa menina passou a vida indo viajar e voltando, desde os 13 anos, quando se mandou pro Japão.
Mas vai daí, que eles foram assim, de relance, deixaram tudo, guardaram os móveis, desalugaram o ap, e boa.
Agora a danada me escreve que vai ao SHOW do Cat Yusuf..... ah, tô tão feliz...
Isso assim, nessa qinta-feira, faz parte mesmo da nossa história. Fica com Deus, filhinha!


Nessa hora que eu queria ser bem louca, não como sou, de mentirinha. Queria ser louca irresponsável, dessas que joga tudo pras picas e vai pra Irlanda ver o Yusuf e gritar na platéia: Lindo!!!!!!!!!!Mas não sou.....
Então fico mesmo vendo os DVDs e ouvindo as músicas, por mais de 40 anos.
Dica do Pietro, só pra me azucrinar, ele, que tenho certeza, também queria ser bem louco.
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Momento L´Oréal
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Museu da Corrupção

Porque venho aqui falar de um assunto que estamos fartos de conhecer, não só no Brasil, mas no mundo todo, desde que o homem é homem, mesmo vindo do macaco, ou deixando cada macaco no seu galho?
Porque o bacana, gentefina, é que ainda temos humor, temos vontade, temos esperança. Pois onde existe essa entidade cósmica, o Bom Humor, existe vida em evolução, vida em perspectiva, e otras cositas mas....
Gozado, tem dias que a gente está mais confiante, e tem dias que é melhor chegar logo a hora de ir dormir, pra ver se o sonho e o astral limpam a mente, ressetam a bichinha. Aí a gente acorda novinho em folha. Pudera né.... tem alguém nesse universão louco que aposta mais uma caixa de fichas na gente.
É isso aí: Firmeza, pé na estrada e confiança nesse cassino muito louco.
http://www.dcomercio.com.br/muco/home.htm
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Conversa Fiada,
Conversa Fiada Alheia
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New swirled order (crop circle documentary 2009)
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Poção da Zininha

Este selinho, além de lindinho, cheio de boça e charme, traz lá no blog da autora, a Zininha, uma poção mágica, que me pareceu muito da boa. Olha só um pedacinho da magia:
A grande mágica está dentro de nós,
na nossa capacidade de construir ou destruir,
atraindo para nossa órbita psíquica,
Vai lá, vai! Obrigada Zininha.
Gosto imensamente do teu jardim, das tuas dicas, de saber mais sobre as flores da natureza e sobre as flores da alma. Beijo grande.
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Selo e Prêmios (até parece)
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Um mundo pelo avesso
"Érase una vez umlobito bueno
al que castigaban
todos los corderos.
Érase una vez
un pirata honrado
una bruja hermosa
y un príncipe malo...
Todas esas cosas
habia una vez
cuando yo soñaba
un mundo al revés."
José Augustin Goytisolo
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Gente desse planeta
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Uma boa enrolação
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é uma graça
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Frase feita de encomenda

PauLatinamente
Latinamente a Pau!"
O Romeu, amigo e compatriota, me mandou essa frase, fruto de uma semana de conferências e inteliguencia na "biofach".
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Conversa Fiada Alheia
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Selówisk GenteFina

Uma dessas surpresas, foi encontrar nos corredores da Net, o Sylvio. Gentefiníssima, tem uma capacidade de ouvir e compreender, que raras vezes vi em minha vida. Ele tem um amor guardado que escancara pra todo e qualquer um.
Gosto do jeito labiriríntico de seu pensar, ainda mais que ele sempre deixa pedrinha preciosa pelo chão, fazendo dessa caminhada, um passeio mágico.
Ele fez esse selinho pra mim... que vou dizer? Feliz, agradecida, contente, me parecem apenas palavras, e sei que o Sylvio entende. Eu não sei o que dizer, sei apenas que meu coração está sorrindo e, em meio a tanta turbulência por que tenho passado, esse presente alegrou meu viver.
Gentefina, vai lá no blog do Sylvio e leiam as justificativas do selo. É bem legal, sério. Vicia!
Quanto ao selinho, é a minha cara, só que uso óculos e tenho mais cabelo que o monstrinho. De resto, após 9 dias de rota-vírus, a minha cor é exatamente esse verde limão. A unha vou cortar ainda hoje, do pé e da mão.
Quem se achar gentefina, ou quiser chegar lá, leva o selinho do Sylvio, acho que pode trazer sorte na vida. Ah, e vai dar um a volta lá no E Terna Luz.
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Selo e Prêmios (até parece)
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Inferno, Sartre e Strindberg

Talvez, por causa do livro “Inferno”, eu estivesse crente que era do Strindberg. Mas estava tão sem forças que não fui vasculhar meus livros. Hoje fico sabendo que a citação é do Sartre.
Bem, eu nunca fui chegada aos existencialistas. Gentefina, eu nunca suportei livros ou filmes existencialistas, onde os protagonistas, imersos em mirabolices metafísicas, não pagam um aluguel, uma conta de luz, não trabalham, enfim, não estão ligados aos problemas existenciais que sempre estive às voltas. Sustentar esse corpinho e seus derivados (3 filhos), sempre me custou muitas horas por dia, eu diria 45 horas semanais, já em vias de aposentadoria.

Então, hoje fui lá pegar meu “Inferno” numa edição bem antiga, da Max Limonad, onde fiz muitas capas e projetos gráficos, e me deliciei com as várias passagens grifadas.
Tenho essa mania de grifar tudo que curto num livro. Tenho a manha de grifar cada vez de uma cor, deixando claro, na passagem dos anos, meus vários humores.
Vou transcrever algumas para vocês, que se não leram ainda o “Inferno”, preparem-se: é adorável descobrir um livro que não lemos e que valha mesmo a pena.
Porque gentefina, tempo não volta, tempo é velocímetro rodado. Única moeda válida nessa Terra. TicTac, TicTac, TicTac....


“ O inferno? Mas eu fui criado no maior desprezo pelo inferno, fui ensinado a considerar o inferno uma fantasia que deve ser atirada aos monstros dos preconceitos. Mas, de qualquer maneira, não posso negar o fato , há uma modificação e é nela que reside a nova interpretação das penas ditas eternas: nós já estamos no inferno. A Terra é o inferno, a prisão construída por uma inteligência superior, de tal modo que não posso dar um passo sem perturbar a felicidade dos outros, e os outros não podem ser felizes sem me fazer sofrer.”
“ Perdi a memória de todo bem.”

“ Peregrino, viajante, se me queres seguir respirarás mais livremente, pois no meu Universo reina a desordem e isso que é a Liberdade”.
“ Alguém a quem eu posso agradecer! Não há ninguém. Como me pesa essa ingratidão forçada. “
“ Como explicar o fato de que à cada conquista no caminho da virtude, segue-se um vício novo?”
“Sinto piedade de mim e vergonha dos outros”.
“ Tendo chegado ao meio do caminho da minha vida, sentei-me a repousar e refletir. Havia obtido tudo o que audaciosamente desejara e sonhara. Saciado de vergonha e de honra, de alegria e de sofrimento, perguntei-me: E daí?”
Edvard Munch é o pintor das imagens que, acredito traduzirem bem, toda angústia e sofrimento da vida interior da pessoa viva. No caso eu!
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Conversa Fiada,
Conversa Fiada Alheia
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E terna mente

Me enternecem a mente
Mesmo que a mente minta
Ainda que muda
Sempre pinta um sentimento
Que a mente transmuta
E faz semente...
E terna mente
"Salamandra"
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SóPoesiaSó
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Obrigada, Mídia Coorporativa!

Estadão, 91 dias sob censura!
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Conversa Fiada Alheia
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Miguelitos

Miguelitos eram aqueles mexicanos que apareciam do nada num filme americano, atravancando o enredo do mesmo e causando todo tipo de problema desnecessário para o mocinho do filme.
Por quê falo disso? Porque a minha vida é uma sequência de miguelitos, da hora em que acordo, até a hora em que vou dormir. Outro dia cheguei à conclusão que a maneira mais efetiva de evitar contrariedades e os famosos miguelitos, é mesmo não sair do meu quarto pela manhã. Basta abrir a porta da minha masmorra, o telefone toca, o interfone, o e.mail e minha casa ficam subitamente invadida de miguelitos multicolores com suas insuportáveis guitarras.
O blog é um santo remédio pra isso, porque aqui, eu leio os comentários de pessoas que sentem exatamente o que eu sinto. Vamos convir que são pessoas virtuais, vá lá, mas me refresca o viver.
Se acordo num dia de “ a vida é bela”, nada me incomoda. Vou seguindo sem me deixar abalar. Mas se acordo ruim dia de “ como as pessoas são, meu deus”, então eu maldigo o dia em que a maioria das pessoas nasceu com esse propósito de atrapalhar a minha existência. Pensando bem, quando acho a vida bela, não deixa de ser uma coisa tipo “ dane-se o mundo”. Complicado, to confusa gentefina.
É maravilhoso ler e ouvir o que as pessoas acham disso e daquilo. Me delicio com suas palavras sobre amizade, solidariedade, compaixão e o escambau. Os discursos fazem os olhos brilharem nas bocas das pessoas, crentes de sua participação ativa na espiritualidade do planeta.Mas basta apenas uma pequena coisa, uma decisão de ordem prática, tipo, onde, como ou, será que é assim mesmo?, que o caldo entorna e a pessoa pega a guitarrinha e miguelisa a vida da gente. Eu olho e me pergunto: Cara, cadê aquele palavreado todo, tão evoluído que vc me diz sempre? Cadê seus princípios, bondade, compreensão? Gente, como as pessoas são, e me incluo, tá certo vai.
Resolver essa equação quadridimensional é missão pra premio nobel de várias categorias. Existe a pessoa que eu sou, a pessoa que penso que sou, a pessoa que quero ser, a pessoa que os outros veem, e deve ter mais algumas que ainda não se manifestaram.
Nessa platéia toda, que assiste ininterruptamente às peripécias dos miguelitos, eu me sinto bem perdida, bem sem tesão pra nada e quero mais que tudo acabe em pizza e quero descer desse trem e pegar depressinha meu foguete feito pela Sarah - foquete yakult - e rumar céuaberto.
E claro, escrever pra vocês, daqui de cima, onde as várias Walkyrias lá embaixo lutam por viver nessa terra de Deus, sem Deus, e com miguelitos.
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Conversa Fiada
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Abominável ser

Há dias em que eu não suporto a humanidade em geral e abomino algumas pessoas
Hoje, eu abomino todo e qualquer ser que não seja o meu cachorro.
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3X3 Boganiversário - Aimar Ilustrado
Através da linda e talentosa Yasmin, que tem um dos blogs mais encantadores do planeta Terra, eu conheci uma série de blogs de ilustradores. Gente da pesada, criativa, bem-humorada, bacana mesmo.
Um desses blogs foi o Aimar-Ilustrado, que inclusive eu já indiquei numa dessas levas de selinhos que, afinal gentefina, serve pra isso né, pra gente contar pra todo mundo os blogs que povoam nosso tempo na Net.
Mas vai daí, que o blog Aimar completou três anos e propôs um lance super simpático. Cada um, quem quisesse, de onde quer que viesse, deveria fazer um desenho/ilustração etc e tal (usem a imaginação pra eu encurtar a história), que medisse 3cm por 3cm.
Gente, mas foi cada arte interessante e inusitada, cada lance irado mesmo, que eu resolvi me meter nessa festa e fiz uma pequeníssima instalação.
Hoje o Gustavo publicou no blog e eu publico aqui pra quem estiver com preguiça de ir até lá e ver a lindeza que o povo do mundo todo fez pra comemorar o aniversário do blog. Ah, vai, deixa de moleza e clicaí no bloganiversário. Tá de babar!
Mas péra lá, antes vê a minha instalaçãozinha. Gostou? É um pedacinho de acrílico, uma sobrinha de broche velho, dessas coisas que eu guardo por achar lindinha, uma balinha de goma e um cravo da índia. Pra mim tem a cara, a cor e o cheirinho do outono. Então chamei de pedaços do outono. Ah, por cima de tudo joguei purpurina, um jeitinho de recriar na mente, a luz intensa e brilhante que tem o céu do outono.
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Gente Arteira
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