.

.

sábado, 15 de maio de 2010

Sendo um pequenino

.

Vou reeditar esta frase, postada em 2008, para responder de baciada os coment's sobre mudar o mundo, ter esperanças, mudar seu entorno, não ser vítima da indústria do Apocalipse....enfim, citar alguém tão maravilhosa como a Margareth Mead, ajuda gentefina. Economiza palavras.


"Nunca duvide da capacidade de um pequeno grupo de dedicados cidadãos para mudar os rumos do planeta. Na verdade, eles são a única esperança de que isso possa ocorrer".

Margareth Mead

"Antropóloga, pensadora e psicóloga norte-americana, autora de 23 livros, sua opinião em favor da liberação sexual foi alvo de vasta polêmica, publicado em Coming of Age in Samoa em 1928. O livro resultara de um tema para sua tese de doutoramento: a chamada crise da adolescência. Suas observações em Samoa mostraram-lhe que nesse perdido canto do mundo não existia nenhuma crise, pois também não havia nada parecido com repressão sexual. Ao divulgar sua teoria do comportamento adolescente e sexual, cujos problemas se originam na forma de educação ocidental, estava demonstrando, na realidade, uma forte influência pelas teorias de Freud.

Mead abordou dezenas de temas - da poluição ao sexo, do serviço militar ao planejamento urbano, da arte aos costumes tribais. Era a favor da liberação do aborto e do uso da maconha. Em 1977, esteve no Brasil para participar do IV Fórum Pan-americano para os Estudos da Adolescência, mostrando-se informada e apreensiva com relação à devastação da Amazônia. Mead estudou antropologia com Franz Boas e Ruth Benedict e, em 1954, editou para a UNESCO Cultural Patterns and Technical Change, tendo sido diretora do Museu Americano de História Natural. A função de um antropólogo é comparar culturas e isso Margareth Mead fez ao longo da vida. Aos 20 anos envolveu-se em aventuras no Mares do Sul, mais especificamente em Samoa. Aos 30 se meteu em embrulhadas à margem do rio Sepik e na região hostil de Mundugumor, onde as crianças do sexo não desejado pelos pais eram rotineiramente afogadas. Enfrentou a malária, manteve um extraordinário lar coletivo antes de chegar aos 45 anos e casou-se duas vezes com antropólogos. Contava 38 anos quando o famoso Dr. Benjamin Spock fez seu primeiro parto.

Com relação aos novos padrões sexuais que afloravam na década de 60, comentou: Em 1920, ridicularizávamos a idéia de ser uma mulher considerada uma solteirona aos 25 anos. O que então sabíamos de obstetrícia era suficiente para demonstrar que, mesmo depois dessa idade, uma mulher pode ter com segurança o seu primeiro filho. Mas, ao chegarmos a 1950, as mulheres já eram consideradas solteironas aos 23 anos... Margareth Mead faleceu aos 77 anos, em 18 de novembro de 1978."

".
Antropóloga norte-americana, nascida em 1901, Margaret Mead foi a grande pioneira na utilização da fotografia em investigação etnográfica, tendo-se dedicado ao estudo das culturas nativas da Oceania e à temática do condicionamento cultural, do sexo e da personalidade entre a infância e a adolescência . A partir dos seus estudos, desenvolveu a tese de que o factor cultural constitui uma determinante fundamental do comportamento humano, embora admitindo a sua adaptabilidade a novas situações. Na sua obra mais significativa, "Coming of Age in Samoa", publicado em 1925, apresenta um estudo comparativo da evolução das jovens norte-americanas e samoanas."

13 comentários:

Sylvio de Alencar. disse...

Hoje, independente de ser ou não considerada solteirona, as mais pobrinhas (no geral), casam cedo.

Se a Margareth furou em Samoa (e deve ter furado), será que ela errou em outros estudos?

Quero que saiba que sempre a estarei esperando... (rsrs)

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Sylvio, ela contradissse Freud....está nos anais da psicoterapia.

Ela foi o máximo!

Eu sou uma solteirona convicta, com neta de 14 anos.

betina moraes disse...

wal...

ajuda muito colocar sempre em primeiro lugar o pensamento de quem não sou pensou, mas vivei intensamente em torno do que acreditava e por tanto produziu de suas ideias um pensamento completamente imerso em vivência. ela foi uma mulher legítima!

belo post!

não li o outro, estou sem tempo! organizando um festa para amanhã que me tomou o dia de ontem e o de hoje, mas eu gosto muito de organizar eventos e dar alegrias.

eu fiquei tão comovida com suas palavras de afeto... bobagem né? mas eu sou assim mesmo, acredito sempre na amizade e no afeto entre os que se dão por inteiro em suas relações.

também te amo.

um beijo!


PV: gumsali

tradução: nome de uma tribo do norte da nigéria, entre os ibos e os iorubas, os gumsali.

betina moraes disse...

*quem não sou pensou,

correção: quem não só pensou

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Boneca festeira....
agita bastante

acho que foi nessa tribo, os gumsali, que vc descobriu a coisa que vc mais gosta...confere


mas pode ser raduzido tbm por "liquidação de chiclets". Existe muita divergència, vc sabe. São muitos dialetos, nós tanajuramentadas sabemos.

Depois vc me conta da festa...no mail? aqui...em tudo que é canto!

te amo minha linda
um amor feito de estrelas

Gerana Damulakis disse...

Pequenos grupos fazem a diferença...
Nada conhecia sobre ela.


Wal: meu comentário de ontem sobre não ter esperanças quanto aos políticos (com ficha limpa ou não) não foi editado. Será que não escrevi o PV?

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Gerana
essa mulher foi demais. Foi a primeira pessoa a rejeitar cientificamente as teorias malignas de Freud.

Quanto ao coment, deve ter sido isso mesmo. Se vc não coloca a PV, não entra. Cansei de, na louca apressada, dar "enter" e ver de relance o post se perdendo.

Mas vc pode escrevr de novo...heheh...topas?

betina moraes disse...

wal...

como é que eu não havia percebido a "bitraducionalidade" da palavra gumsali?

e os dialetos que você escolhe? tanajuramentadas, que beleza de língua!!!!

foi exatamente na tribo dos primitivos gumsalis que descobri (ou me descobriram) a coisa que mais gosto de fazer... como é que você sabe? ah! claro, eu sou você.


um beijo! vou ver os outros post's do blog que tanto amo: o seu-meu.

PV: shiess

tradução: como os chineses se chamam na intimidade do cafofo.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

BB
te peguei online

Olha, eu nem me lembro mais dos gumsalis...mas sei bem o que vc mais gosta de fazer.....me dá um trabalho danado te-me segurar.

Quanto a nova palavras, sorry, de novo vc se pegou em erro, fruto da sua devassidão. Shiess, é o que os chineses falam quando vão tirar uma foto.

Em falar nisso, vc assistiu "o filho da noiva"?

uissssssssssky!

betina moraes disse...

wal...

minha parte devassa (não a cerveja devassa, a parte em mim que é devassa) vem do mais íntimo ser eu você! eu, na qualidade pura e sem aditivos walnianos sou um anjo de candura, aí quando eu deixo que você venha à tona me toma um fogo que dá o que falar aos vizinhos, jornais, revistas... agora mesmo, quando eu traduzi foi você quem me fez pensar em coisas de alcova, pode ter certeza. eu-você não me controlo!

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Vem não Betina
para de tirar o fiofó da seringa que dá azar heim!

Eu nem tomo devassa, fico com a Nortenã, pq sou fria, frígida e curto homem uruguaio!

E gosto de nortista tbm!

betina moraes disse...

puxa! eu quando você me dou muito mal! homem uruguaio? hum... não posso dar meu depoimento, não pega bem...e eu nem lembro! quando sou você não lembro de nada...


PV: inesi

tradução: mineiro chamando a inês.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Betina....
vai, conta mais da ponte da amizade....com uma esticadinha em Mar del plata....

inesi

essa vc matou!


voltar pro céu