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terça-feira, 25 de novembro de 2008

Olhar

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4 comentários:

Sylvio de Alencar. disse...

Venho 'olhando lá de cima'...
Claro, de fato, vc está em todas essas poesias.
Essa achei especial. Bem especial. A começar pelo visual.
A poesia é..., tão..., verdadeira.
'Como num filme, tive medo de encontrá-la, e não a ver...'
Por isso a nescessidade do amor, não é.
Como vc, lemos o que escreve; e continuamos. Um pouco melhores.

Walkyria Suleiman disse...

Gosto da auditoria que vc está fazendo no meu blog, e pq não dizer, na minha pessoa. Bem, pelo menos na pessoa escrita. Mas não sei se alguém pode ficar melhor ou pior por causa do que lê. Vc sim, pq vc pensa, remexe, não deixa passar nada sem saborear. Vc é um caso sério brodinho.

Anônimo disse...

Que filme lindo!
As misturas de gentes e folhas e cores e uma solidão atravessando a minha goela ao ler o texto e ver a ausência do saber amar.
MARIA

☆mnemosine☆ disse...

ô Maria..... como gosto quando vc me brinda com tua leitura..... obrigada querida. Essa solidão é soberana, parece que atravessa séculos....né?


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