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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O que é o carnaval?


O Carnaval é uma festa Cristã em comemoração à traição de Judas Iscariotis, na qual é realizado um famoso ritual de sacrifício humano à Deusa da Bunda feito por povos indígenas pouco desenvolvidos da região do Rio de Janeiro. As pessoas, geralmente mulheres seminuas, são obrigadas a vestir fantasias pequenas e que não cobrem quase nada do corpo, usar maquiagem pesada e sambar até a morte, por uma longa passarela, ou ser atropeladas por um carro alegórico gigante com alguma tema sem graça. As vítimas, conhecidas como passistas, geralmente se unem em bandos, e sambam juntas em direção ao holocausto, enquanto uma turba em êxtase os observa da arquibancada. Isso geralmente ocorre em fevereiro, no solstício de verão e praticamente nos outros 364 dias de folias, sem que nenhum otário, trouxa ou boçal se enjoe desse troço todo.

Carnaval de Salvador
Axé, folia e muita menina de familia.
Na Bahia o carnaval começa no dia primeiro de janeiro e termina no dia trinta de dezembro. Durante o dia trinta, e o dia um, os baianos terminam a festa e vão trabalhar. Por uma triste coincidência, o dia trinta e um de dezembro desse ano cai num domingo.
Qualquer pessoa que queira participar desta variante do Carnaval provalvelmente terá que se desfazer de todos os seus bens para adquirir um Abadá. E aqueles que não se desfizerem, vão perder nos assaltos e arrastões mesmo.

Em Olinda
Ritual no qual os participantes sobem e descem ladeiras de 87,3º de inclinação em meio a uma orgia desenfreada e amorfa. O folião deve escolher uma das 154.647 mil orquestras de frevo que transitam ininterruptamente e acompanhá-la até a exaustão máxima beijando e sendo beijada por qualquer figura minimamente humananóide que encontrar pelo caminho. As noções de Individualidade e Monogamia devem ser abandonadas. Existe a possibilidade de 4,21% de que o folião não seja furtado se ele conservar quaisquer objetos de valor ou dinheiro em seu estômago. Relatos de sobreviventes a tal manifestação carnavalesca são escassos e ainda carecem de confirmação de uma fonte independente.

Em Minas Gerais
Em Minas, o carnaval não acontece na capital, pois não há ninguém por lá durante esta época do ano. Portanto, as cidades históricas preparam sua estrutura para acomodar os moradores afáveis da capital durante muito tempo antes do início do período carnavalesco, 2 horas. Segue uma lista de cidades-martir que suportam os belo-horizontinos e paulistas amishs durante longos 6 dias.
Em São Paulo
O Carnaval de São Paulo foi criado nos anos 50 pelo Brigadeiro Faria Lima, um carioca que tornou-se prefeito de São Paulo, e após se cansar de ser zuado por seus amigos paulistanos, resolveu dar o troco, criando algo que fosse mais engraçado do que o Campeonato Carioca de Futebol. Não conseguiu, mas por um tempo, chegou perto.
O brigadeiro convidou meia dúzia de descendentes de escravos, imigrantes, anarquistas, integralistas e corinthianos para criar a LigaSP. Porém seu mandato como prefeito acabou e a Liga acabou indo parar nas mãos de mafiosos ligados à Camorra, Yakusa, Máfia Chinesa e PCC, que passaram a comandá-la e ditar as regras da disputa. Por isso, durante muitos anos, aconteceram inúmeros empates e revezamentos entre as escolas dos grandes chefões.
Com a criação da LIESA na cidade do Rio de Janeiro, nos anos 80, a maioria dos paulistanos modistas (90% deles nunca gostou de carnaval) passou a invadir a Sapucaí, deixando o carnaval de São Paulo um tanto esvaziado, porém livre de artistas globais. Isso permitiu ao samba paulistano resgatar algumas de suas raízes, mesmo no caso de certas agremiações que não possuíam raiz nenhuma.
Graças a isso, o carnaval paulistano conheceu um novo período de crescimento e democratização, no final dos anos 90 e início do século 21, quando integrantes de torcidas organizadas, sambistas alternativos e jovens góticos passaram a se juntar ao espetáculo.
Porém, havia um problema, a diretoria da LigaSP, resquício da Ditadura, que a todo momento tomava atitudes autoritárias no sentido de prejudicar certas escolas ligadas a torcidas. Estas atitudes chegaram ao cúmulo da homofobia quando o Bloco Independente foi excluído do Carnaval após uma insignificante briga onde apenas 2 pessoas morreram e 12 ficaram feridas.

Na Rede Globo
A Rede Globo, a maior patrocinadora de lixo na TV brasileira, transmite o carnaval ao mundo todo, tentando assim chamar mais gringos para participarem do ritual. A deusa da bunda Carla Perez paga uma taxa a Rede Globo para transmitir o carnaval o ano todo, por isso suas novelas mostram sempre muitas mulheres nuas, cenas de orgias e sexo na rua.

Na Televisão
Apesar da Rede Globo praticamente possuir o monopólio do carnaval televisivo, os desfiles sempre são exibidos tendo em foco o público que não aprecia carnaval. A audiência que assiste os desfiles que, em 99,9% dos casos, passam de madrugada, apenas assiste por falta de opção, afinal quem gosta de carnaval nestas horas está se esbaldando (nas orgias nababescas) nos bailes e desfiles e não assistindo transmissões tediosas no qual colocam narradores que além de não entender nada do tema ficam matraqueando e impedindo a audiência de ouvir os samba-enredos do desfile

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