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segunda-feira, 30 de março de 2009

Che, o Argentino

O diretor de "Che, o Argentino", Steven Soderbergh, disse que fez um filme inspirado na figura da camiseta, imortalizada em corpos de todas as idades, desde que me conheço por gente. É a figura do homem que disse " Temos que endurecer, sem perder a ternura". A figura de Che retratada no filme é bem essa mesmo. Apaixonado, tranquilo, humano, justo e atento aos movimentos das pessoas. Seu discurso na sede da ONU nos anos 50, que serve de pano de fundo para a ação em Sierra Maestra, é impressionantemente coerente e válido ainda, depois de mais de 60 anos.





Mas na verdade o que eu mais gostei nesse filme, é que todo mundo fuma, até o Rodrigo Santoro, que interpreta Raul Castro, o irmão de Fidel. Que como todos sabem, fuma também.

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