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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Eu, a Dilma e as Sinapses

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Eu me perguntei hoje, o por quê de eu sair assim escrevendo o que, segundo o Ricardo Noblat, dá na minha telha. Minha cabeça funciona fazendo links. Uma coisa me acorda, me chama, vem uma lembrança, uma memória, e as coisa vão tomado a forma de pensamentos. Claro que tudo depende do nível de consciência em que me encontro, do meu humor e da vontade de me perceber, mas nunca depende de inspiração, isso não existe minha gente.

Estou bela e faceira vivendo minha "casa de campo interior" quando, do nada, o que vejo, ouço e apreendo dia afora, entra em mim inopinadamente. Então começa um processo científico mesmo. As sinapses são acionadas, liga com cré, dá um curto-circuito nos meus neurotransmissores e, voilà, é sinapse pra todo lado, gritando, lembrando, vociferando dentro de mim. Pra acalmar essa bicharada, eu escrevo, !

Agora farei a clássica pergunta: - O quê quero dizer com isso?

Nos últimos 6 anos, eu não vi nenhuma pesquisa de opinião acerca da saúde de José Alencar. Vamos combinar que ele entrou na vice-presidência - com o perdão do termo - com o pé na cova. De lá pra cá, o distinto senhor manteve esse equilíbrio impressionante entre a cova e o cargo.

Algum repórter azucrinou o coitado pra saber se ele ia largar o cargo, ia passar a bola, aposentar a chuteira, ou coisa que o valha? Não sei, não me lembro, mas se houve esse tipo de coisa, realmente não foi divulgada com o estardalhaço que outro fato semelhante tem promovido na imprensa brasileira.

Deve a ministra Dilma, se aposentar? Deve a ministra Dilma, continuar no cargo? Deve a ministra Dilma, ser candidata à presidência? Deve a ministra Dilma, assobiar e chupar cana?

Pois é gente fina, que triste isso. Não bastassem os problemas e dissabores que a ministra passa, como qualquer um que tem cargo público, ainda tem que dar conta de sua saúde, de seu estado de ânimo e de suas intenções futuras. Ela, pra quem a morte não é mais apenas aquele fantasminha vestido de preto. O fantasminha dela já colocou os dedinho pra fora das vestes.

Jesusmariajosé, como dizia minha avó, a mulher está com câncer, tem dores, tem medo, será que dava pra dar um tempo? Seria essa perseguição toda pelo fato dela ser petista? Ou pelo fato de ser mulher? Seria ela conrinthiana também, chegando aos píncaros da discriminação - como já tratei em outro post?

Sei que outro dia, ouvindo uma entrevista no rádio - quando as sinapses começaram com esse assanhamento todo - a ministra foi questionada sobre seu penteado? É peruca? A ministra, educadamente disse que sim, mas que logo que seu cabelo crescesse um mínimo, ela tiraria a peruca, pois era muito desconfortável.

Olha o branco que me deu! Será que esse repórter tem mãe, avó, irmã.... ou seria ele um cabelereiro interessado no material da peruca?

E pra terminar, indico uma leitura bem legal no blog da Lola.

Acho que era só isso mesmo que eu tinha a dizer. E coloco a foto da ministra, de peruca, que sei que você tá louquinho pra ver. Ela tá muito da bonita!


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