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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Samparkour

Agora existe mais modalidades esportivas do que quando eu era jovem. Aliás, durante o meu terceiro casamento, eu podia jurar que só existia futebol e tênis.


Há certos esportes que a gente tem que fazer uma pesquisa pra entender do que se trata. Enfim, qualquer coisa que não seja classificável, me parece virar modalidade esportiva. Bom, tudo bem, que eu não quero e nem tenho gabarito pra discutir esse assunto.


Sei que hoje em dia, tem um tal de parkour, que consiste em atravessar uma área qualquer, da maneira mais rápida e absurda. Tipo que se fosse pra ir pro Guarujá, digamos, o praticante iria pela serra, atravessando mata e desmata. Nada de Imigrantes minha gente, muito menos Piaçaguera. Balsa, nem pensar! Vale tudo, desde árvores, pedras, cobras e lagartos e, claro, paredes e edifícios. Pra essa gente não tem contra mão.

Vai daí, que esse nome me intrigou, porque eu conhecia aquela coisa meio demodê de dizer que alguém tem olhos sampaku, que, via de regra, é quase uma maldição. Diz que o cara morre cedo e de forma horrível. Nunca vi isso acontecer, mas que acontecem, ah, dizem que acontece. É quase como ganhar algum prêmio do Baú da Felicidade. Eu não conheço ninguém que tenha ganho. Você conhece? Mas, todo domingo, há mais de trinta anos, pelo menos 10 pessoas ganham algo. Mas enfim....

O post, que já encompridei demais, é para falar deste curta divino, feito pelo Wiland Pinsdorf, com o sugestivo nome, Samparkour. Nele, o atleta Zico Corrêa, muito danado em parkour, atravessa a cidade de São Paulo, no seu estilo, sai-da frente-que-eu-não paro-por-nada.

Agora me diz: é um hino de amor a uma cidade que todos acham que está morrendo, que vai ter morte horrível, mas que tá firme. É uma mistura de sampa, parkour, com olhos sampaku e com coer....coração. Ah, sei lá se eu viajei, mas eu gosto de viajar. A exemplo dos parkours, minha mente não vê obstáculo algum, quando o quesito é elocubração.

Ah, aqui alguns casos estreletes de sampakus: James Dean, Jane Mansfield, Marylin Monroe, JFK, Princesa Dianna e Michael Jackson.

E vamos ao vídeo.

2 comentários:

yuri disse...

Pois é, né? Chocante... Só de olhar me dá vertigem - e não sei explicar como, na mais tenra idade, morador ainda do centro paulistano, eu invadia o Copan para ir até o teto dar uma bola com Sampaulo a meus pés... Hoje não faria isso por NADA!

Mas, por falar em parkour, veja essa obra-prima, da mega-loira salve, salve, mostrando que de boba não tem nada... É a turma "original" do parkour, de Paris, em participação especial no show da poderosa... So, babe, are U ready to jump?
http://www.youtube.com/watch?v=As4Q-ElBmHw

Walkyria Suleiman disse...

Meu, eu ia no terraço itália, pela escada de incêndcio....dando uma de Cléo e Daniel...uauauauauaua.


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