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sábado, 12 de dezembro de 2009

No metrô -1

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Como já disse anteriormente, nessa viagem que fiz, o que mais me tocou foram as pessoas, seus gestos e significados que explodiam em meu campo de percepção.

Isso, gentefina, não tem nada a ver com o real, apenas com minhas percepções, pois, tenho a impressão, que é assim que as leis funcionam. O que eu vejo e sinto, vale apenas para mim, para esse universo que deram o nome de Walkyria. Porém, essa sabedoria cósmica é tão esperta que, eu recheio o meu universo do jeito que bem entender.

E se eu não fosse uma moça fina, agora era hora de dizer: "e pau na ....." para bom entendedor, meio bite já basta.

Deixa eu dizer ainda que, o único lugar apavorante de NY, era o metrô. Se tivesse que perguntar algo pra alguém, percebi que, dentro do metrô não rolava informação. As pessoas ficam receosas, amedontradas. Sei lá por que raios isso acontece, mas sei que foi assim que eu vi o lance.
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12 comentários:

angela disse...

Na falta de informação o melhor é seguir a intuição.

Sonia Schmorantz disse...

A informação hoje em dia é passível de erros, porque as pessoas não estão mais preocupadas em ajudar, e ainda há aqueles mal intencionados, mas também não sei se a intuição ajuda, melhor contratar um guia lindão!!!
brincadeira, rsss
beijos, lindo domingo

Adolfo Payés disse...

Gracias por compartir tus escritos..

Un beso..

Un abrazo
Saludos fraternos..

Que tengas un feliz fin de semana..

Sylvio de Alencar. disse...

Parece que lá, a expressão da individualidade é mais gritante.

Antes ser tocadas por pessoas do que por pombos em praças.

Por serem suas, esssas percepções nos interessam.
Ao rechear seu universo, você 'modifica' o nosso.

Ainda bem que você é uma moça fina...

Wallk, deve ser por isso que tem uma porrada de filmes em que, na hora do vamu vê, é no metrô que o pau come!
Se você pegar o trem que vai pra zona leste, a sensação é a mesma... (dizem que miorô).

sam rock disse...

El metro de las grandes ciudades es como aquel submundo que los románticos situaban debajo de las urbes industriales, lugares bajo tierra donde el visitante tenía ante sí una variada fauna animal y humana, desde ratas a ladrones, pasando por murciélagos y marginados terminales. En fin un universo que se desarrolló en las creaciones literarias de muchos folletinistas. Ahora, cualquiera que baje el metro y haga un largo recorrido, puede salir de él como si hubiese leído Los secretos de París, Oliver Twist o El conde de Montecristo.

Un abrazo

Rui da Bica disse...

Sabe Walkyria, quando viajo, o que mais gosto de apreciar são as pessoas. É fascinante procurar ver e entender as diferenças relativas ao nosso povo, á nossa maneira de ser.
Já viajei por uns 30 países nos vários continentes ... e não conheço NY !

Você é realmente Gente Fina ! Gosto do teu Blog e apreciei muito o teu Album fotográfico.
Beijão.
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Lau Milesi disse...

Walkyria, perfeitas suas observações. Você não está só nesse seu pensamento. Senti a mesmíssima coisa. Impressionante... como se adaptam ao "eu" , só "eu".

Um beijo e não é de hoje que queria fazer essa visita.Consegui hoje e adorei seu blog.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Angela, verdade, a gente chega melhor, seja onde for.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Sonia, gostei da sugestão, agora, só viajo com guia lindão

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Sam, que comparação magistral...tem tudo a ver. Talvez por ser assim, meio refugiada goste tanto desse submundo, embora sinta medo. Mas faço cara de durona e vou batendo o pé.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Rui, 30 países, nossa.... então vc é um craque em gente. Leagl, legal

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Lau, que bom que vc veio, leu, concordou e gostou. Quer melhor que isso?
Sério, obrigada


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