.

.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Invisible touch


.
Gentefina deixa contar que adoro o Phill Collins. Teve um tempo que até dei um tempo (nossa, que verve) porque me lembrava de um amor que tive, e a gente vivia a base de Phill Collins que, aliás, foi o que sobrou de bom do amor, além do filho, claro.

Pois é, eu sonhei com o Phill esta noite e, agora, juro, entro num blog que está me seguindo e encontro essa jóia rara.

Bom, confesso que esse disco em particular, me remete a uma vigem muito da boa que fiz de carro pra Bahia, onde conheci um francês, que queria aprender inglês, só pra cantar essas músicas aqui. Então, entre uma cerveja e uma muqueca.... mas isso é outra história e eu nem conhecia o tal amor.
.

4 comentários:

Sylvio de Alencar. disse...

Sou fã dele...
Realmente tem umas músicas..., demais.

Kimbanda disse...

A sua música e personalidade foram a alma dos Genesis também.
Vai daí, fui-me fazendo gente em paralelo com a sua carreira de grande compositor e interprete, gosto muito mesmo...

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Só, Sylvio

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Kimbanda, eu sou do tempo do Genesis, do Gabriel, e depois fiquei mais fã ainda do Phill


voltar pro céu