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sábado, 26 de junho de 2010

Um poema por dia.....


Essa poema visual é de Luis Carvalho, efaz parte do verso de um livro que publicou no final de 2008 chamado Buraco Branco. O cara é fera, gentefina.

12 comentários:

As Dores do Silêncio disse...

Seu lugarzinho sempre magico e nos ensinando muito como sempre

Estas de parabéns

Passando para desejar um belo final de semana abençoado
e agradecer o carinho deixado em minha pagina na minha ausencia...
E pela corrente pelos votos de minha melhora...

Fique com Deus
bjs
Soll

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Querida
estamos no mudo uns para os outros.
Fique bem....que teu anjo te imumine nos momentos difíceis!

Carol Morais disse...

Achei tao bacana. E o verso? Vou adotar!!!
=)

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Carol
eu já adotei....
campanha adote um verso!

Sylvio de Alencar. disse...

Adote um verso... Isso eu estou entendo pelo queli.
Quanto ao rapaz, caí no face... (não tive saco pra procurar...); sou meio 'retrógrado'..., não consigo gostar dessa ferramenta.

Carol Morais disse...

Wal, tem duas de vc? Com duas fotos diferentes?
Que chique

Anônimo disse...

agradecido à promoção Walkyria!

pode ler alguns do meus poemas no meu blog em www.myspace.com/LC_69

e beijos do lado de cá do tanto mar :)

Luís Carvalho

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Carol...a gente é phina, baby!

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Luiz, vc merece!

alice disse...

:) vim pôr a leitura em dia e adorei, querida wall. quanto a este pensamento, só conhecia um sobre as maçãs, que uma por dia afasta o médico :) gostei de ficar a conhecer este sobre poesia. um beijinho para si.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Alice
a maçã cura o corpo
o poema a alma

nunca me canso de teu livro lindo!

Anônimo disse...

alô walkyria!

passo de novo para agardecer as suas palavras
e deixo
uma especie de preambulo que abre
o meu livro

beijos renovados
Luís

“A vida é um buraco. Uma origem. Um túnel de entrada para a saída. Um troço para qualquer caminhada.

Haverá sempre uma ficha para haver luz. Haverá sempre uma tampa para haver tinta. Haverá sempre um bolo para furar. Sempre haverá um buraco para abrir e para tapar. Para tapar, para abrir.

A vida é um buraco onde nos encontramos deitados, quando entramos na terra. A terra que serve, que servir. A terra que pesa, que não pesar. A terra que a nossa caminhada juntar para nos tapar.

A vida é um buraco, para cavar.”


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