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domingo, 15 de agosto de 2010

O dia em que a Globo desnudou Serra e a oposição

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‎"Ainda que Serra venha com discurso de continuidade, ele é o genérico.
Dilma é o remédio de marca"
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30 comentários:

ROBERTO disse...

Eu só não sei em que medida se efetiva essa desnudada. A Globo News não tem o alcance do Jornal Nacional, do Bom Dia Brasil ou de qualquer "jornalístico" global da tv aberta. Ainda que a maior parte do eleitores do Serra estejam, potencialmente, entre os consumidores de tv paga, são eleitores não especificamente do Serra, mas eleitores extremamente conservadores, de direita e, principalmente, de oposição virulenta a qualquer modelo de democracia popular progressista.
Quando da primeira eleição do Lula, temiam (e o diziam sem a menor vergonha) que fossem mudar até a cor da bandeira nacional, quando o governo Lula jamais chegou muito próximo de qualquer radicalismo, ao contrário, todas as realizações dos últimos oito anos foram construídas sobre bases absolutamente democráticas, costurando alianças, negociando projetos e sem nenhuma ousadia nas políticas monetárias que segiu religiosamente a cartilha do FMI. O mesmo terror que quiseram fazer há oito anos, com o Lula, fazem agora, com a Dilma, ressucitando imagens simbólicas e cerimoniais de uma Dilma guerrilheira, com auras de ditadora, etc.
De toda forma, não consigo imaginar mesmo um segundo turno nas eleições. Quando se põe comida à mesa do povo, fideliza-se um voto vitalício. O povo excluído de grandes poderes decisórios vai votar em Lula e em quem mais ele pedir. Não há escândalo político mais forte que saciar a fome de quase trinta por cento das famílias brasileiras.
O Serra é, sempre foi, como foi o Alckmin, também... mero boi de piranha. Ninguém, nem mesmo a direitada, jamais acreditou possuir um nome tão forte quanto o de Lula.

Helcio Maia disse...

Lula é o espelho do povo. E o povo gosta da imagem que vê. Se o espelho quebrar, será preciso que o povo se espelhe em si mesmo e continue a escrever sua história, com as mesmas mãos que, apertando teclas, escolherão seus representantes em outubro.
E, lembrando da voz de Elis: "outros outubros virão, outras manhãs, plenas de Sol de luz..."

MOISÉS POETA disse...

tomara que qualquer luz que venha mais adiante, nos traga mais esperança de um brasil melhor.
não basta somente a trôca de presidentes. é preciso modificar o sistema:
corrigir falhas no judiciário,fazer valer a constituição, modificar algumas leis, fazer valer outras...
sai presidente , entra presidente , e o sistema continua o mesmo.
espero , sinceramente, que algum dia o brasil mude nesse sentido.

um beijo , wal !

é sempre um prazer passar por aqui!

Sonhadora disse...

Minha querida
Estou deixando apenas um beijinho. com o meu carinho.

Sonhadora

Anônimo disse...

Realmente, o Brasil tem esquerdóides pseudo-socialistas e esquerdóides pseudo-liberais. Eis a lamentável situação do país: Dilma ou Serra? No fundo, tanto faz. Nenhum vai fazer nenhuma reforma (agrária, política, tributária, trabalhista, previdenciária). E salve o Congo, porque o Congo é aqui.

A Mina do cara! disse...

só não sabemos quem é pior...

Carol Morais disse...

Eu nao discuto politica. Mas uma coisa eh certa: eu tenho uma aversao bem grande ao Serra. Ele nao tem aquilo, sabe..quando a gente ve em um ser humano que ele pensa no proximo....Ee parece ser uma pessoa egoista e egocentrica. Eh so isso que ele passa por toda a linguagem corporal dele, alem de suas acoes.

Politica nao tem que ser assim. Nao eh o canditado, eh o povo. Se alguem esta ali e cima, para representar uma multidao aqui em baixo. Entao,porque ficar em cima sempre?

Um beijo Wal-linda!

betina moraes disse...

wal,

acabei ficando no comentário do roberto... ele tem toda a razão.


um beijo, querida.

jefhcardoso disse...

*Minha crônica minha história, meu conto minha dissimulação, minha poesia minha faca, meu blog http://jefhcardoso.blogspot.com


*Tempo Rei!
Oh Tempo Rei!
Oh Tempo Rei!
Transformai
As velhas formas do viver
Ensinai-me
Oh Pai!

*Morro todos os dias, porém não desisto de viver em dia algum.

Anônimo disse...

Gostaria imensamente de partilhar de toda essa euforia.
Porém , a política do " Pão e Circo" é velha conhecida.Funciona para quem chegar ao poder.

Eleger-se assim só mostra um povo que tem fome, mas não consciência. Não é triste?

Sorry.

ROBERTO disse...

Anônimo
O povo brasileiro tem fome há uns duzentos anos, pelo menos. Não se matam duzentos anos de fome em oito anos de bolsa-família. E não há a menor possibilidade de desenvolver qualquer nível de consciência com a barriga vazia.

Sylvio de Alencar. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sylvio de Alencar. disse...

Roberto
Com bolsas-família não são se mata a fome de um povo nem em 600 anos.
Já, com uma educação decente, 8 anos teriam sido o suficiente para melhorar alguma coisa a medio prazo, e muito!, a longo prazo.
Um programa que traz embutido um cabresto eleitoral evidente não deve servir de referência para nada: é um programinha, e só. Aliás, pernicioso, pois para quem trabalhar é penoso, uma bolsa disso, outra bolsa daquilo, e o gajo nem trabalhar precisa.

País onde as políticas dirigidas ao povo são chãs, onde prefeitos não deixam que melhores estruturas sejam montadas para serví-lo, e que aplaudem um tipo de ajuda paternalista como se fosse algo vindo do além, tem mais é que apanhar pra aprender.

Serra é um bosta, isso é óbvio; o tempo de Inácio veio e tá aí (foi trave no olho do PSDB, e não aceita argueiro no próprio olho vindo de lugar nenhum!).

Não me espelho em Inácio, e o povo não tem parâmetros para se espelhar nem em si pois nunca deram a oportunidade para ele saber o que é 'espelhar-se': ele aceita o prato de comida que lhe dão, que é o que qualquer morto de fome faz.

Posemos no chão nossos pés, e paremos de falar de nossos políticos como se fossem estadistas, não são, nunca serão, e estão longe de ser.

O que é, não é o achamos que é.

ROBERTO disse...

Sylvio,
Concordo em relação ás reformas (revoluções, na verdade) necessárias na educação. Como em países democráticos, nenhuma revolução se processa, a via possível é a das reformas, na melhor das hipóteses, ou a das mudanças pequenas.
O bolsa família não é um programinha. É um dos programas sociais mais consistentes do mundo, se considerarmos seu papel dentro do mecanismo completo, que inclui, ainda, o Pro-Uni, o Pro-Jovem Urbano, o microcrédito, entre outras ações complementares que são nada mais que a tal “porta de saída” do bolsa-família, que a imprensa tanto reclama, mas não divulga.
O bolsa-família chileno, por exemplo, tem alcançado ótimos resultados, porque suas portas de saída são, essencialmente, atreladas à reforma agrária. No nosso caso, a coisa se complica, porque o Brasil não é um país essencialmente agrícola, entre outras diferenças.
O primeiro passo para qualquer transformação na educação brasileira, passa por extinguir a evasão escolar – e esse tem sido um alcance notável do programa. Claro que há os desvirtuamentos, porque a fiscalização é feita por órgãos de controle social tomados por agentes politiqueiros disfarçados de conselheiros. Também este aspecto da sociedade civil pode ser transformado pela educação.
O Bolsa-Família precisa ser entendido como parte, que é exatamente o que ele é. Parte de uma etapa de um processo. Nada mais. As outras partes, conforme se efetivam, trazem à luz uma realidade há muito mistificada, a falácia de que o desemprego é culpa do povo desqualificado quando ele é, de fato, estrutural. Não é novidade pra mim, nem pra você, mas pro povo é. E isso é um ganho de consciência magnífico se considerarmos o quanto esse povinho tem sido forjado na ignorância, brutalmente maior desde 64.
Num sonhador olhar macro, eu abomino o bolsa-família. O Estado é que precisa criar as condições necessárias ao desenvolvimento pleno do ser humano. Nesse modelinho FMI, só doido tira dinheiro do banco pra botar na produção. Taxinhas de juros menores, por exemplo, forçariam a criação de empregos.
Não sou articulista do PT, nem grande fã do Lula. Nunca fui. Minha fé num modelo democrático - capaz de compreender o Brasil como o todo dos 200 milhões de nativos – está enterrada em São Borja, com Brizola, último homem público do nosso mainstream a pensar a educação. Desde então, tenho votado em Lula apenas pra me ver livre de uma classe muitas vezes pior, a dos entreguistas do PFL/DEM, PSDB...
O Lula está longe de ser meu estadista dos sonhos. Mas houve avanços, ou melhor, houve reparações de atrasos históricos que não posso desconsiderar. A Dilma também não é minha predileta. Só a seria se fosse exatamente como a oposição a pinta, o que significaria um rompimento brutal com esta democracia.
O modelo de democracia adotado no Brasil, bem como em quase tudo o que chamamos mundo, torna as mudanças em processos absolutamente lentos em relação às necessidades do país. Temos mais de 60 mil vereadores colocando a vaidade acima dos interesses da coletividade. Qualquer prefeito, por melhor que seja, é escravo dessa vaidade, assim como o governo federal é escravo de 600 deputados e senadores. Haja cintura pra costurar as alianças necessárias pra emplacar qualquer projeto!
Tenho um amigo que diz que não há saída pacífica pra democracia brasileira. Eu acho que há. Só não acho que estejamos vivos pra vê-la, eu e você. A mim, basta que estejamos mais próximos dela. Não é grandes coisas, mas é melhor que as outras alternativas.

Sylvio de Alencar. disse...

Roberto
Sua explanação foi bem feita: pensada.
Sua fala: educada.
Seu raciocínio: bem estruturado. Vejo diferenças sòmente em nossa visão: diferimos no 'prisma'... Nada que impeça uma conversa que nos leve, pessoalmente, a chegar num consenso.
Venho juntando, através do tempo, exemplos de políticas e políticos; na verdade, 'agora' que me dei conta que tenho uma opnião a respeito desse assunto, de um ou dois anos para cá... Ao chegar às minhas conclusões percebi que todo ato é político, inclusive o de segurar um copo para beber água; claro, é uma forma de expressão, mas não tão longe da verdade se houver algum tipo de significado neste ato além de se matar a sede.

O fato de estarmos conversando através deste blog é um ato político, tanto nosso como (principalmente) da Wall, que está ciente do fato.

Concordo com vc ao dizer que o Bolsa faz parte de uma estrutura maior. O Pró-Uni está mudando a maneira como se encarava a Educação, que era mais elitista (embora ainda seja).

Considero esses programas, como programas..., só. Fazem parte de um pacote básico de qualquer governo que não se prime por um mínimo de 'presença'.
Discutí-los é chover no molhado (nada pessoal, é uma opnião).
Em vista do tempo que se passou (que me parece o Chile melhor aproveitou) mais coisas poderiam ter sido feitas. Isso me parece tão óbvio!
Me bate uma tristeza...
Nunca um presidente gozou de tanta popularidade!
A Marina, quando fez parte do governo, teve que sair, não foi aproveitada em seu potencial; é óbvio que é uma pessoa que pensa de maneira correta, global.
Junte-se a isso outros acontecimentos; noves fora..., como realmente estamos??

Não me interessa o que fiz, o que vou fazer..., mas o que estou fazendo para que meu futuro seja melhor. Esse é o ponto!! É o que esperava deste presidente em que, repito, eu votei no primeiro pleito. Era o meu Obama..., que um cara que trabalhou com ele nos tempos de metalurgico disse que pesam suspeitas de que a perda do dedo foi proposital (pessoas faziam isso, eu sei por ter-me relacionado com a camada mais pobre da população durante anos).

O que vejo são dois pobres candidatos pobres: em idéias e caráter.
Esta polarização atual não é benéfica, chega a ser cruel...
De um sabe-se que nada fará, da outra nada se sabe...

Junto o que sei com o que vejo, e percebo que estamos numa situação mais que precária.
Escapamos da crise mundial (ufa, que legal!), mas não estamos bem políticamente.

Escrevi algumas coisas em meu blog, vá lá dar uma olhadinha.
Sua conversa é honesta. Existe alguns poréns, mas nada que lhe tire o brilho.
De resto..., vamos tocando; e torcendo por um país melhor.

Abrçs.

Sylvio de Alencar. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Sylvio de Alencar. disse...

Roberto
Sua explanação foi bem feita: pensada.
Sua fala: educada.
Seu raciocínio: bem estruturado.
Vejo diferenças sòmente em nossa maneira de colocar as coisas. Nada que impeça uma conversa que nos leve, pessoalmente, a chegar num consenso.
Venho juntando, através do tempo, exemplos de políticas e políticos; na verdade, 'agora' que me dei conta de que tenho uma opnião a respeito desse assunto - de um ou dois anos para cá... Ao chegar às minhas conclusões percebi que todo ato é político, inclusive o de segurar um copo para beber água; claro, é uma forma de expressão, mas não tão longe da verdade se houver algum tipo de significado neste ato além de se matar a sede.

O fato de estarmos conversando através deste blog é um ato político, tanto nosso como (principalmente) da Wall, que está ciente do fato.

Concordo com vc ao dizer que o Bolsa faz parte de uma estrutura maior. O Pró-Uni está mudando a maneira como se encarava a Educação, que era mais elitista (embora ainda seja).

Considero esses programas, como programas..., só. Fazem parte de um pacote básico de qualquer governo que se prime por um mínimo de 'presença'.
Discutí-los é chover no molhado (nada pessoal, é uma opnião).
Em vista do tempo que se passou (que me parece o Chile melhor aproveitou) mais coisas poderiam ter sido feitas. Isso me parece tão óbvio!
Me bate uma tristeza...
Nunca um presidente gozou de tanta popularidade!
A Marina, quando fez parte do governo, teve que sair, não foi aproveitada em seu potencial; é óbvio que é uma pessoa que pensa de maneira correta, global, e que lutou (de pé no chão!), num Estado inóspito; foi uma líder de dar inveja a qualquer sindicalista.

Junte-se a isso outros acontecimentos 'governamentais': noves fora..., como realmente estamos??

Não me interessa o que fiz, o que vou fazer..., mas o que estou fazendo para que meu futuro seja melhor. Esse é o ponto!! É o que esperava deste presidente em que, repito, eu votei no primeiro pleito. Era o meu Obama... - que um cara que trabalhou com ele nos tempos de metalurgico disse que pesam suspeitas de que a perda do dedo foi proposital (pessoas faziam isso, eu sei por ter-me relacionado com a camada mais pobre da população durante anos).

O que vejo são dois pobres candidatos pobres: em idéias e caráter.
Esta polarização atual não é benéfica, chega a ser cruel...
De um sabe-se que nada fará, da outra nada se sabe...

Junto o que sei com o que vejo, e percebo que estamos numa situação mais que precária.
Escapamos da crise mundial (ufa, que legal!), mas não estamos bem políticamente.

Escrevi algumas coisas em meu blog, vá lá dar uma olhadinha.
Sua conversa é honesta. Existe alguns poréns, mas nada que lhe tire o brilho.
De resto..., vamos tocando; e torcendo por um país melhor.

Abrçs.

ROBERTO disse...

Sylvio

A grosso modo, acho que posso até me arriscar a dizer que concordamos. Também vejo as últimas eleições como uma escolha do "menos pior". Já falei em algum lugar, nem lembro onde, que sempre votei no Lula e no PT a contragosto.
Se divergimos nos detalhes é pelo óbvio fato de que somos dois cidadãos diferentes. Não há dois Roberto nem dois Sylvio. Mas o papo tá bom, mesmo.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Roberto
que comment phino, elegante, fiel e particular o seu. Gostei particularmente de 3 passagens:

" Quando se põe comida à mesa do povo, fideliza-se um voto vitalício."

" Não há escândalo político mais forte que saciar a fome de quase trinta por cento das famílias brasileiras."

" Ninguém, nem mesmo a direitada, jamais acreditou possuir um nome tão forte quanto o de Lula."

Nas duas primeiras gostei do atrevimento, da constatação que dignidade reconhecida, é algo que gera fidelidade.

Na última, me faz sorrir, eu que nasci no ano que Getúlio se suicidou, e vivi a adolescência na ditadura.

Foi um sonho maravilhoso que sonhei, e vejo realizado.

Obrigada por seu empenho em dar uma resposta assim, direta e reta.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Helcio
mihna loirice ajudou e eu não entendi quase nada.

Mas amo essa música, ela me faz pemsar na esperança!

Já disse como gosto quando vc vem aqui?

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Moisés
Vc tem razção, infelizmente. Tem coisa que nunca muda, que está aí desde o império, e não é o Serrano, é o Portuga mesmo.

Temos uma coisa aristocrática ainda, grudada na gente que a gente nem sabe. Mas olh,a um dia o castelo cái.

Amore, poeta, que bom te ver.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Anônimo
veja bem, quem sou eu pra discordar?
Tem mesmo esse ranço aistocrático, onde não me mexe em certas coisas.

Só pra citar a história, o Napoleão varreu a aristocracia, declarou a liberdade geral na França....acabou com a monarquia...e pra quê: se auto-declarou Imperador, um plebeu, e enquanto não casou com uma Habsburgo, o império que ele mesmo ajudou a desfacelar, ele não sossegou,

é a raça humana...

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Mina do cara

não fale por mim....

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

É isso Carol!!!!!

o Cara não tem cada boa, não tem palavras boa, é um metido à besta, fez que fez e virou aristocracia....nem diploma tem...

veja bem.... essa elite que preza um sobrenome, não tá com nada.

e vamos variar de posição que é bom mesmo....kekkkkkkkk

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Betina
copiadora cara-dura de comments do roberto!

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

jefhcardoso

ai JesusMaria e Joseph, esse vai ser o meu mantra...amei Jefh!

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Roberto
adoro quando o povo conversa entre si. Me sinto na minha sala.

Olha, não se mata a fome de milhões de anos em 8 anos.

A fome de tudo, de amor, de estudo, de dignidade, de respeito, mas veja, algumas barrigar já estão roncando menos.

E não há dignidade sem comida, banheiro e teto!

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Anônimo
desculpe, mas garanto que vc é do estilo que ensina a pescar, não dá o peixe.

Eu sempre dei o peixe, deixo os ensinamentos de pesca, para ascolas especializadas.

Walkyria Rennó Suleiman, disse...

Sylvícola
confesa logo que vc vai votar no Serra e boa.

É muita coversa fiada.

Eu adoraria que o Lula e a Dilma fosse mesmo "os caras que comem criancinhas", mas não são.

Como disse o Roberto, sem achismo algum, apenas basado em fatos, a democracia brasileira, e praticamente do mundo todso, é uma democracia escrava, servente, lacaia. Precisa de muita carta na manga pra vingar até o prjeto mais incrível do planeta.

Nada sai de graça.

É phoda!

Mas enfim, voto no Lula pq se alguma mudança aconteceu, ainda que incipiente, tipo tirar milhões da linha da pobreza, que quem tem emprego, mesada ou fortuna acha uma merda, eu que sei o valor da dignmidade humana, acho muito do lindo!

Sylvio de Alencar. disse...

A meu ver, o processo que culminou com a retirada de milhões da linha da pobreza não foi iniciado pelo Lula.
Por humildade, visão política, ou falta de saída, ele seguiu estritamente o que rezava a cartilha. Não vendeu minha cueca como o FHC fez, e não foi o presidente que eu queria ter tido quando votei nele.
E só.

Fui simpatizante do FHC, mas o cara começou a vender tudo por um preço considerado baixo, como se fosse a vendinha da esquina.
Depois disso, vi que a coisa não tem jeito mesmo.
não gosto do Serra, da cara dele, do jeito dele. Acho-o uma pessoa meio fraca..., não detona nas idéias.
Então, não diga que gosto do Serra... :)

Gosto da Marina, vou fazer de tudo para espalhar as idéias dela, que são as minhas. Talvez ela não leve o caneco, possívelmente não vai levar. Dane-se!
Se tivermos que ir pro buraco, irá todo mundo junto... Menos os ratos, que pulam fora antes, vcs sabem.

Valeu ter cedido o espaço para esta conversa.

Abrçs!


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