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sábado, 17 de maio de 2014

“Odeio o corretor automático”

Matéria excelente que o grande Sergio Tegon, numa prática antiquada, que é enviar e.mails - que eu amo demais, pois sou tradicional e libriana, ele também-, me envio. Esclarece e desaprova certos recursos para analfabetos.

“Odeio o corretor automático”, disse o autor de Game of Thrones.

FOTO: Reuters Nem sempre o que é mais moderno pode ser o mais adequado às nossas necessidades. Escrever um texto, por exemplo: para escrever essa nota, estou usando o Bloco de Notas, e depois vou colá-la no sistema de publicação do Link. Agora imagine escrever um livro de 800 páginas em um processador de texto criado em 1978? 

É o que faz George R. R. Martin, a cabeça criativa por trás da série literária (e também da TV) Game of Thrones. Martin revelou seu modo de trabalho em uma entrevista na TV americana na última terça-feira. “Eu tenho dois computadores. Um para usar a internet e tudo o mais, e o outro é um velho computador que roda o DOS. Eu escrevo no WordStar, assim não preciso me preocupar com vírus nem nada”, disse ele no programa de Conan O’Brien. “Eu gosto dele. Ele faz tudo o que eu preciso e nada mais. Não preciso de ajuda, quando alguém troca uma letra maiúscula por uma minúscula”. 

O DOS, se você nunca ouviu falar dele, pode ser considerado um avô do Windows. Ele foi um dos primeiras sistemas operacionais a serem usados em computadores pessoais e tinha várias versões. A principal e mais conhecida delas era o MS-DOS, criada por ninguém menos que Bill Gates. 

O DOS ainda serviu como base de vários sistemas Windows até o Windows 2000. O autor ainda revelou odiar o corretor automático. Também, pudera: já pensou em ter que trocar TODAS AS VEZES quando você escreve nomes como Daenerys, Tyrion Lannister e Westeros. George R.R. Martin, a gente te entende.

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