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sexta-feira, 13 de março de 2009

Cada um com seus "poblemas"

Ai, ai, gente, acabo de pensar um coisa:
Na internet nada se cria, tudo se veicula.....

Pascal? esse neguinho já tinha cantado a bola? Hum? Cumo? Oi teria sido o Lavosier?
Ah, sim, esse link do Pascal se auto-intitula parcial, pede cuidado ao lê-lo. Seria uma sugestão de falsidade? Ah meu Deus, isso que é exemplo. Ou será o espírito do Pascal em ação na minha mente?
Sexta-feira 13?
Ou efeito de medicação?
Esqueci de contar que fiz uma operação. Não, não foi transformista não, viu! más línguas.
Agora também não conto em que parte do meu corpo, rolou (he,he) a operação.
Bom, falei disso, nem sei mais porquê.
Tinha algo a ver com criação, cópia e informações distorcidas.
Cada um com seus POBREMAS, ou POBLEMAS,
que gosto muito do som e da volta que a língua tem que dar na boca pra pronunciar isto - que é um verdadeiro problema.
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Ken Robinson

Pelo que pude compreender, o cara é "especialista em criatividade", Ken Robinson, inglês e batalhador por um ensino público que salvaguarde a criatividade infantil, ao invés de rejeitá-la, como, segundo ele, o ensino público - e o privado também - veem fazendo sistematicamente desde a sua criação. É uma palestra em um Congresso ou Seminário, e ele vai falando com seu sotaque inglês, a gente vai assistindo, vai interessando, e tem sua lógica. Gostei, vale lembrar os temas que ele cita.

Parte 1





Parte 2





Dica de amigo - LiviaCosta

segunda-feira, 9 de março de 2009

Máiréad Nesbitt

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Máiréad Nesbitt nasceu na cidade de Loughmore, no condado de Tipperary, Irlanda. Toda família é de músicos, e ela toca piano e violino desde os 4 anos de idade. Eu a vi acompanhando o Show das Celtic Woman, e sinceramente, ela ganha espaço com sua música.

A gente fica esperando a hora em que ela vai entrar, e ela entra dançando como uma fada, tocando e sorrindo de um jeito inexplicável. Tinha que ser nascida no país dos Celtas, pra estar envolta nessa áura, nessa bruma que nos remete a tempos imemoriais. A impressão que tenho quando a vejo, é que não consigo imaginá-la, por exemplo, falando, ou andando, ou vivendo como um de nós. Ela parece de outra qualidade, de outro mundo, ah, sei lá.... É maravilhoso ver uma pesoas que encontrou e usou seu talento, e que continua a evoluir.

Digamos que ela seja um misto de Fada Sininho, Morgana e Guinevere - aquela musa do Lancelot. Este é o site oficial da fada.
http://www.maireadnesbitt.com/10240768.html
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domingo, 8 de março de 2009

Signs - curta metragem

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Curta metragem auto-explicativo, não precisa de texto nem de palavras. Nos seus 12 minutos de duração, milhares de imagens se formam dentro da mente. Lindo e revigorante.

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Celtic Woman

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Meu dentista, o Dr. Sato, além de dentista e amigo, ainda tem sempre uma novidade entre uma obturação e uma olhadinha na minha boca. Desta vez entro lá, "oi, oi, tudo em cima Dr. Sato...ops que música é essa? Irlandesa?" Bom, vai daí que ele me diz que é um DVD de um grupo de musicistas irlandesas. Não digo cantoras, porque todas são formadas em música e tocam vários instrumentos. Este show foi filmado na Irlanda, no Slane Castel, um luxo simples. Explico: o cenário era o Castelo, e os efeitos especiais eram a beleza e a voz elemental das moças. Aqui apenas uma música que eu curto demais, Over the rainbow. Ah, elas são as Celtic Woman, tudo fada disfarçada de gente.







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sábado, 7 de março de 2009

Daniel Chesterfield

Além do neguinho parecer fisicamente com o David Coperfield, ainda faz aquela cara blasé que o mágico gosta de mostrar ao final de cada ato, um misto de importância, idiotice e cansaço. Vamos dar risada, que esse tipo de gente existe para isso, pra fazer cócega na nossa inteligência. Ah, e na verdade, Chesterfield é um personagem interpretado pelo comediante belga Chris Van den Durple.

Dica de amigo - CidoBars

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sexta-feira, 6 de março de 2009

O que você aboliria, se pudesse?

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Bom, então, vai daí, dei de cara hoje com essa pergunta num blog: se você pudesse, o quê você aboliria do mundo? Minha cabeça deu meia pirueta, um giro pra esquerda, e um triplo mortal.

Nossa, tanta coisa que não conseguia parar a mente numa só. Fiquei como meu PC pra inicializar, girando, ampulhetando, demorando pra se situar.... Tá bom vai, vamos lá pra realidade.

Não vale resposta de Misse, tipo "acabar com as guerras" "a paz mundial".
Nem tampouco resposta taulotlógica. (vai, confessa que você não sabe o que é tautologia)
Tem que ser algo real, possível, e que de fato incomoda.

Lá vai: Eu faço suco quase todo dia com maçã. Fico puta da vida de ver a maçã, coisa mais linda e vermelha com etiqueta. Pensa, onde o povo tá com a cabeça de colocar etiqueta adesiva em fruta?

Então essa é a coisa que eu aboliria se pudesse.
1 - Etiquetagem em frutas

Qual é a sua? Vai, solta a fera, vamos analisar seu repúdio, rsrsrs.
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quinta-feira, 5 de março de 2009

Curioso Caso de Benjamin Button



Então, fomos eu e o infiltrado-enturmado Daniel-Sun, assistir ao filme "O Curioso Caso de Benjamin Button".

Me lembrei da chefe que tive numa Assessoria de Comunicação, a Vera Sampaio. A Vera era de uma linhagem de intelectuais, ativistas, gente acima de qualquer suspeita em termos de gosto. Além disso, ela era dona de um humor irônico e inteligente. Pra relaxar ela lia romances, e não queria que ninguém soubesse que ela apreciava - por assim dizer - esse tipo de pseudo-literatura. Então ela mandava a secretária encapar os livros.

Me lembro disso, por que a exemplo desse tipo de livro, esse filme podia muito bem ser encapado. Não sobra nada, é um romance bem filmado, bem dirigido, nas suas três horas de duração. Pega no Boton gente, não é fácil!

O Daniel disse que ele devia se chamar " Beija a mim no boton". Eu já reduziria para "Kiss my ass". Desculpa heim gente fina, mas gosto é gosto.

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segunda-feira, 2 de março de 2009

Rebobine, por favor

O ex-diretor de videoclipes Michel Gondry, que fez um dos mais lindos filmes que já vi, ”Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”, se superou, gente. “Rebobine, Por Favor” com Jack Black, Mos Def, Mia Farrow e Dany Glover, pega a gente de surpresa.

Eu e o Dani começamos a ver o filme, e depois de uns 15 minutos nos cutucamos " nossa, tá cansando". E tava mesmo. Parecia um filme meio trash, meio intencional, meio escuro, meio inteiro e completamente ... cansativo.

Bom, de repente, do nada, a gente é capturado pelo espírito da coisa, entende a crítica, porque cai numa espécie de pegadinha. Daí pra frente o filme é todo novidade, e a gente fica com vontade de ver de novo, apenas prá se deliciar com o começo, que antes, achamos sem importância.

O que é interessante de perceber é a contraposição entre DVD e VHS, tecnologia e criatividade, passado e futuro e .... será que precisa tanto efeito especial?

Me fez lembrar da vídeo-locadora que existia aqui no meu bairro, e em todo e qualquer bairro de São Paulo. O dono sabia tudo, adorava cinema, sugeria o filme de acordo com o gosto do cliente, mas sempre expondo suas opiniões sobre as obras. Um belo dia surge a Blockbuster, engole as vídeos-locadoras pequenas, e inaugura a era onde um atendente pode estar vendendo sabonete ou refrigerante, dá no mesmo, porque eles não entendem de nada, não existe mais atendimento especializado.

É inegável a popularizãção do cinema depois do VHS "Video Home System" e o cineasta presta sua homenagem a essa época, época em que Hollywood esbanjava criatividade buscando soluções - pra lá de inventivas - para levar às telas os efeitos que queriam criar. Não que eu seja contra a computação gráfica e tudo o mais.... mas sei lá, ao ver esse filme senti uma saudade dessa época, inclusive da preguiça de rebobinar, e da raiva de alugar um filme que estava parado no meio, ou pior ainda, no final.

Bom, sei dizer que a gente é levado mesmo, uma emoção toma conta do cinema, dá pra sentir no ar. Não é um filme que você morra de rir, nem gaste uma caixa de lenço de papel. Não exatamente. Mas você acha graça o tempo todo, e sente muita emoção. Olha, se bobear dá até pra chorar.

Outra coisa bacana, é o termo "suecar", que já é um clássico. Significa fazer uma refilmagem, ou uma recriada em algum filme, absolutamente sem recursos.

Refrescante também, é a fala final da Mia Farrow. Vale alguma reflexão.
Trailer
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Entrevista com Michel Gondry

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voltar pro céu