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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Homem fiel

Estou de ressaca pensante. Muitas pessoas participaram do meu fim de semana. Muitos sentimentos foram revelados, desvelados e remexidos. Estou de ressaca ambulante. Mas sabe, o meu lado cômico não perdoa minha pessoa. Mesmo em meio a um turbilhão de sentimentos e palavras revoltadas na cabeça, eu dei boas risadas com essa foto.

O texto dizia que era o mais próximo que se podia chegar da imagem de um macho fiel. Fala.... é engraçado vai! E a cara de coitadinho, de "fiz mas não sei o que deu em mim" que ele tem?

Ah, a vida, seria mais bela se não existisse esse lance de perdão. Tipo que nunca ninguém se sentisse usado, ou invadido, ou mal amado. Quero dizer, se a gente fosse assim, tão revelados pra dentro, como queremos ser pra fora. Ou seja, hum, tá difícil. Se a gente fosse tanto amor, que nunca houvesse espaço pra dúvida. Enfim, vamos ao macho fiel que dá mais certo.
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sábado, 6 de junho de 2009

Mulher ideal, segundo alguns milhões de homens

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Eu vou dizer: se eu pudesse, saía esvaziando meio mundo à minha volta. Tem muito achômetro, conversa mole, fiada, conversa chata. Isso sem falar daquelas pessoas que começam a contar um caso e você olha bem pra elas e pensa: - Mas minha filha, eu perguntei alguma coisa pra você? Lógico que eu não falo isso, porque existem regras de convivência, educação, essas coisas que fazem alguns preferirem os cachorros aos humanos.

Tá bom, sou médio nervosa, ansiosa e chata. Mas que eu esvaziava, isso é certo.



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Simonal - Meu Limão Meu Limoeiro


"Ofereço esta música, com muito amor, pra minha amiga Daniela"....rsrsrs..... Tem que ler com voz de locutor de rádio, gente.

Ocorreu que a Daniela ficou obsessiva com os posts do Simonal. Baixou música, viu o filme e comprou o CD - pra deixar claro que ela não curte pirataria, apenas o Ipod dela. O resultado é que Simonal encontrou mais uma fã ardorosa.

E a Daniela é crítica. À minha pergunta sobre palavras terminadas com "n", a peste mandou na lata: - Hímen! Tá bom que ela só pensa naquilo, mas convenhamos, essa palavrinha ela tirou do caderninho preto. Quem, pelamordedeus, fala essa palavra, a não ser ginecologista?

Ah, só pra avisar, tenho ainda algumas músicas do Sinonal pra postar. Isso vai longe......
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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Graham Annable - 2

De novo o Graham Annable. O que gosto nele é esse humor espírito de porco. Falando nisso, tem hífen esse espírito, em sendo porco?
Olha, eu a-do-ro o hífen, acho que fica assim cantado, declamado. Nunca mais sei onde tem e onde não tem o danadinho do hífen.

Agora, vamos analisar um lance. Como é que existe uma palavra em português terminado com "N", tipo o nosso assunto aqui, o hífen? Você consegue lembrar outra, com exceção do meu sobrenome que não é português? Manda, esperando.
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Grickel - 1

Graham Annable é desenhista, cartunista e afins. Tem 39 anos, estudou no Sheridan College, em Toronto e criou um personagem bem peculiar, o Grickel. O que gosto em suas animações, é a sutileza com que ele manda sua mensagem, que pra dizer a verdade, nem sei se manda. Cada um pode pensar o que quiser, tem múltipla escolha. E quando perguntado a respeito, ele ri e não diz nada. Esse foi o primeiro que vi. Depois posto outros.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Elevadores

Elevadores são a coisa mais desagradável que eu conheço, em termos de convivência forçada. Um movimento sequer e a outra pessoas registra. E a gente não sabe se olha meio palmo à frente do nariz (do nosso, de preferência), se olha a ponta do sapato(do outro, que é uma boa chance), ou se retribui o olhar de esgueio, da pessoa. Verdade, pois, se tem lugar que a gente fica vesga, é no elevador. O contato visual é sempre desagradável.

Quando chamo o elevador aqui de casa, sempre viajo no que poderia estar me aguardando ao abrir a porta. Lógico, que o máximo que acontece é, além dos famigerados vizinhos, um técnico da telefonica e algum cachorro babento, nada demais me foi dado ver no cubículo do meu elevador.

Mas parece que não sou apenas eu que fantasio com o elevador. Nesse vídeo aqui, tem situações inusitadas que poderiam acontecer. Ou não.... depende.... sei lá!

Lembrei do Daniel quando era pequenininho. As duas irmãs mais velhas, viviam se divertindo em cima do menino. Então elas diziam assim: - Daniel, chama o elevador pra gente, querido - o que ele fazia com a maior boa vontade. Se colocava bem pertinho da porta do mesmo e gritava: - Elevadorrrrrrr!

terça-feira, 2 de junho de 2009

Resposta à charada -2

Fuja dela imediatamente, pois ela está com a gripe suína!



Bem-vindo ao mundo livre





Essa semana, se os chineses pudessem, se manife
stariam com estardalhaço, homenageando o aniversário dos 20 anos da repressão aos protestos na Praça da Paz Celestial.

Em 4 de
junho de 1989, o exército chinês pôs fim, brutalmente, aos protestos que exigiam mais democracia no país.

Naquela semana centenas de jovens e operários foram mortos sumariamente e, em seguida, familiares e simpatizantes desapareceram de suas casas. Acredita-se que pelo menos 200 pessoas ainda estejam presas em virtude daquelas dias de lutas e manifestações.

Quem não se lembra desta foto, onde um jovem se coloca à frente de uma fileira de tanques, como forma de barrar seu avanço sobre os manifestantes? Nunca se soube seu paradeiro, nem ao menos seu nome, assim como de todos aqueles que foram mortos durante aquela semana. Desde segunda-feira, blogs e sites de relacionamento, como o Twitter, Hotmail ou sites de fotos como o Flickr, estão sem acesso para os chineses, pois foram bloqueados pelo governo chinês, temeroso de manifestações referentes ao 4 de junho de 89.

Muito se fala sobre o fechamento da prisão de Guantánamo, um atentado gritante às leis do "mundo livre".

É condição absoluta, sob a ótica do nosso "mundo livre", julgamento dentro das instituições legalizadas, formalização da culpa, bem como acompanhamento específico para cada caso em particular.

Nisso está incluída a noção de registro de prisioneiros, bem como seu paradeiro e tratamento. Instituições bastante idôneas - no mundo todo - se encarregam destas particularidades, bem como de fazer com que as leis e convenções humanitárias do nosso "mundo livre" sejam cumpridas.

Não que prisões desse tipo não existam clandestinamente. Porém sempre que denunciadas, são minuciosamente investigadas, bem como seus integrantes, além da ajuda sempre presente do "mundo livre", àqueles que por ventura tenham sofrido algum dano com a discriminação. Basta lembrar das indenizações que nós, do "mundo livre" estamos pagando para aqueles que dizem ter sido lesados pelo golpe de 64, onde prisões aleatórias e sem respaldo legal eram comuns, que aliás são mesmo, seja no Brasil dos militares, na Cuba de Guevara, ou na Rússia de Lenin.

Esse tipo de prisão sem "lei", é comum em países pouco desenvolvidos no quesito direitos humanos, que por vezes, emprestam suas instalações para os ditos "desenvolvidos", para suas necessidades especiais. A urgência de fechar a prisão de Guantánamo, vem desse horror que nós do "mundo livre", temos daqueles que não proclamam a liberdade individual como nós a entendemos e amamos.

Mas tem suas exceções. Seu tratamento na morte, será uma extensão de sua origem, classe social, bem como cor, credo e raça.


Semana passada, a barragem de Algodões 1 cedeu, deixando sete mortos, 2 mil desabrigados, 973 desalojados e 80 feridos. Alguém aqui sabe o nome dessas pessoas, sejam as afogadas ou as sem-teto?

E os caminhões de bóia-frias que, vira e mexe, rolam pelas estradas matando seus ocupantes? Você viu algum perfil nos periódicos que você lê?

E quando os ônibus colidem nas estradas brasileiras, você se lembra das fotos das pessoas mortas nos acidentes?

Ontem, quando meu filho chegou em casa disse jocosamente, que havia morrido gente muito fina no acidente da Air France.

Ou seja, se você é rico e poderoso, e habitante do "mundo livre", até na morte terá tratamento diferenciado. Aqui você é alguém, tem sua foto estampada em todos os jornais, seu perfil publicado com louvor e, sua importância como ser humano, revestida das pompas que merece.

Então fique atento; se você tiver que morrer assim, por favor, deixa de ser pobre e não vai morrer num reles acidente de ônibus na BR116, por exemplo. Nem tampouco em lugares desamparados pelas autoridades como o Piauí.

Seja chique ómi, arruma um emprego de gente, vai pras europas, seja alguém notável. Não me invente de morrer na China ou no Iraque heim, e se assim for, seja no mínimo, repórter ou embaixador.

Crie vergonha logo, engendre seus 15 minutos de glória, ainda que morto.

Cortesia do "mundo livre".
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Playing For Change II

Você se lembram do Playing For Change? Eles estão com mais vídeos emocionantes, sempre unindo povos e raças através da música. Tem gente bonita nesse mundo né? Dá gosto de ver e ouvir.
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segunda-feira, 1 de junho de 2009

Por fora, bela viola, por dentro.....

Se há uma coisa que me deixa bem da indignada, é o pinhão não mostrar sua podridão logo de cara. Você vai lá, escolhe o pinhão na quitanda, leva pra casa toda feliz - porque comer pinhão é uma delícia - cozinha o neguinho, espera dar uma esfriadinha e pronto! Pega um pratinho, uma faquinha e começa a luta com o pinhão, que é um chato pra se deixar ver peladinho. Quando você finalmente consegue, ele tá podre.

Me lembra certas pessoas, honestas em seus discursos, dignas em seus princípios, corretas em suas colocações. Hum.... quando vejo gente assim, fico logo na escuta, franzindo a testa e pensando: -Será que ela é como o pinhão, podre e disfarçado, ou como o pinhão bacaninha?

Somos todos pinhões pela vida. Só lá, na hora H, quando a vaca vai pro brejo, que provamos - até pra nós mesmos - o que dizemos acreditar, aquilo que professamos em mesas de bares, em blogs, em grupos de discussões e coisa e tal.

Lembrei de um ditado que minha avó gostava muito: por fora, bela viola, por dentro, pão bolorento. Esse ditado era muito usado quando nós, as crianças, não queríamos tomar banho, ou quando as mulheres da casa se juntavem e tocavam a falar mal de alguma moça solteira que, apesar de bonita, não costurava, não sabia cozinhar, não era prendada e que, em outras palavras era um pésimo partido - além de típico pão bolorento.

O que tem a viola a ver com o pão? Não sei não, mas me lembra o senhor pinhão.

Vamos dar um nó na gravata?

Depois de aprender a dobrar bem a camiseta, vamos aprende a dar um belo nó na gravata. Conta ponto pra arrumar bofe, viu meninas.
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Dica de Amigo - ThomazDirickson

Wilson Simonal canta Tributo a Martin Luther King


voltar pro céu