.

.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Como é que funciona esse treco chamado vida?


Bueno, ainda estou fora de casa. Ontem a Daniela me ligou preocupada, mas com medo de atrapalhar. Afinal, eu fui pra Barretos, fui pro concentrado na Vila, e desapareci. Minha amiga, apreensiva mas com medo de estar sendo encherida, a linda, a Daniela....

Hoje ligo pro Daniel e ele diz que tem um recado louco na Secreta Eletrônica. Uma mulher ligou e disse assim; "Oi Walll, tô sabendo que você está de férias, mas estou ligando pra dizer que apóio tudo que você estiver fazendo". Lúcia, aluna de Lian Gong, por puro capricho do destino. Era assim que eu iria conhecer uma das pessoas mais fortes e positivas da minha vida.

Tô no galinheiro pensando nisso tudo e em muito mais que nem comento, toca o celular... "ah, vou ver quem é, vai....." Era a Elôca, lógico que eu atendi: "Walll, tô ligando pra dizer como você é importante na minha vida".

Gente, sendo a peste que sou, como é possível ter essas pessoas que gostam desse tanto de mim? Mistério insondável.

Aí penso assim, meio sem certeza, meio sem chão e asfixiada. Será que um dia a gente vai entender, aceitar, perceber, realizar, se mancar, do quanto somos amados? E, em sendo assim, será que um dia conseguiremos dar todo esse amor que recebemos ininterruptamente das pessoas? Do mundo? Da Terra?
Ai.... só suspirando....

Essa foto que está embelezando meu blog, é um desenho que a Nanako fez pra mim. É muito lindo, delicado e leve, do jeitinho que a Nanako é. A plantinha, esqueci o nome e não vou sair agora pra perguntar, porque mais importante que o nome, é a carinha dela.... né não?

Tá lá na cabeceira da minha cama, dormindo comigo, e viajando pelos astros quando adormeço.

Isso aí, gente fina, sem tirar nem por. Do tamanho des-exato.
.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Beyonce e The Dan Band

Sempre há uma primeira vez e, vocês vão me desculpar o trocadilho, be once....

Nada menos que Beyonce. Essa postagem inesperada começou com o Daniel, que queria porque queria, que eu visse o vídeo da música da Diva, com nome pra lá de sugestivo: álbum Single Ladies, música Put A Ring On It. Ah! essas moças solteiras, nunca perdem a esperança!

Mas a Internet oferece paliativos pra tudo. Então ele descobriu essa banda, The Dan Band. É uma banda criada pelo comediante Dan Finnerty e, o forte da rapaziada, é ser cover de cantoras pop, tipo Britney Spears, Bonnie Tyler e Beyonces da vida.

Qual é a graça? Bem, a pobre da Beyonce se esforça dançando, cantando, ofegando, ela e mais duas gatas, para dar o clima sexy e picante ao vídeo, afinal, alguém tem que colocar um anel nos dedos das solteiras. Aí vem o Dan Finnerty e sua banda, e copia a dancinha delas, exatamente igual, cada passo, só que numa oficina mecânica e.... só assistindo. No vídeo da Beyonce, tem uma trucagem tipo fundo infinito, que parece que elas andam pelas paredes. Tem a ver com o tema casamento, você hão de concordar. A solução que os meninos dão é genial. Tentem sincronizar os dois, é muito legal, quer dizer, se você tem esse tempo pra perder né, eu tenho - graças à Deus que é pai.





.

Fui ficando....

Chegou a segunda-feira e eu não voltei pra São Paulo. Resolvi e, resolveram por mim também, que eu ficaria mais uns dias. Nada programado, uma troca de roupa, um vidrinho mini de shampoo, e coisas essenciais, como a câmera, o IPodTouch, os cigarrinho de palha e a inseparável Parati.
Bueno, está difícil escrever, porque tem tanta coisa pra olhar, pra fazer, pra conversar, e é cachorro correndo, galinha ciscando, mulher proseando e amigos sorrindo.... gente fina.... tem dias que eu penso assim: "puxa eu devo ter feito uma coisa muito da boa em outra vida pra merecer tanto reconhecimento dessa terra!"

Aqui a vida não acontece, aqui a vida é.
O que eu quero dizer com isso? Sei lá, pode interpretar, pode soletrar, cantar. Ninguém manda nada e as coisas estão sempre mandadas, acertadas, com vida e ritmo próprio.

E, antes que eu acabe essa conversa fiadézima, deixa eu contar que vimos um filme muito do bom mesmo. Entrou na listas dos filmes da minha vida. É com o Paulo Autran, e chama "A Máquina". Depois dou mais detalhes. Mas a trilha sonora espelha bem o que eu sinto agora:

- Não se avexe não
que amanhã pode acontecer de tudo,
Inclusive Nada".






quinta-feira, 9 de julho de 2009

Desapego e liberdade


Nada como um dia depois do outro, com uma noite de tormenta entre eles. Eu estou nesse dia depois de ontem.

Meu avô muçulmano dizia: "filha, deixa passar 30 dias por mês".
Então acordei com a minha fé inabalável na raça, na humanidade, no planeta.... não sei quanto vai durar. Mas é isso. Sou uma viajante, nada é permanente, tudo tem que ser abandonado.

É da minha essência (de fábrica) desapegar.
Por isso, posso e devo mudar de ideia.

Ai, que liberdade poder desapegar de tudo. Dizer cansei, tchau.... e ainda ter as bençãos das Forças Cósmicas, Maomé, Alá, Jesus, Shiva, Javé, Salomão, David, Zaratrusta, Mani, Ra, Arimã e Lúcifer.

Até segunda, gente fina querida, que tô zarpando pra Vila Yamaguishi pra ver minha turma.

foto do Cláudio
Animal Pineda, lá na Estância Demétria, em Botucatu - 2006

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Os humanos em geral

Ai gente fina.... acabo de chegar de Barretos, onde fui resolver lances da família. Olha, não sei não, tenho medo de ficar velha, chata e teimosa, assim como ficam os velhos, em geral. Bom, chata e teimosa, eu já sou.... e velha, existe divergência nesse setor.

Mas, tirando a roupitcha da moça da foto, foram maomeno assim estes últimos três dias da minha vida.

Tô um suco, melhor, uma garapa, um bagaço. Cheguei à conclusão - que nem é minha por sinal, eu já ouvi isso com referência ao meu signo - eu amo a humanidade em geral, e não aguento as pessoas em particular. Nada mais verdadeiro....

Muita gente acha que festas, reuniões, baladas, jantares e mesa de bar, são o auge da vida. Eu, bem, o auge da minha vida é meu silêncio, alguns bons amigos, e.... liberdade! Ah, eu gosto também muito da NET, do meu PC e da minha Parati.

domingo, 5 de julho de 2009

Mágoa, tesão e tudo mais


Ontem eu falei sobre apenas fazer aquilo que nos diverte. Fui monossilábica e, gostaria agora de me aprofundar um pouco. Não por vaidade ou falta do que fazer. Não posso precisar a razão, mas tem algo a ver com as mais de 6 milhões de opiniões flutuando por essa estratosfera.

Sinto que vivo num mundo de ilusões, num mundo onde crio e descrio o que bem entendo, na hora em que bem entendo, como fazem todos os humanos dotados de livre-arbítrio (embora alguns digam que não tiveram escolha na vida)

Na maioria dos casos, tudo aquilo que percebo, não tem muito a ver com a realidade. A realidade está aí, do jeito que ela é, os fatos estão aí, literalmente cagando para as minhas opiniões. Mas o que ocorre, é que eu acredito nas minhas opiniões, mesmo que elas não reflitam a verdade dos fatos. Sem esse movimento eu não poderia estar viva, literalmente falando. Coisa difícil de alcançar, na medida em que, de cara, tem pelo menos mais de 6 milhões de modos de refletir “supostamente” os fatos, e a verdade dos fatos, se é que isso, um dia, possa vir a ser acessível a nós.

É neste momento que você acha que a minha viagem já foi longe demais, ou que eu estou falando asneiras, ou que isso é pura metafísica, ou qualquer outro pensamento, que mesmo original e verdadeiro (pra você e sua turma, lógico) dá absolutamente no mesmo. Ou seja: pense você o que pensar, a exemplo do que escrevi acima, dificilmente vai acertar na quina do meu pensamento, ou melhor, dificilmente você vai estar vendo estes fatos reais com a minha subjetividade.

Porque, gente fina, afinal, cada um tem sua própria subjetividade, é assim maomeno como um item de fábrica também. Digo mais ou menos porque a nossa subjetividade aceita adicionais. Então tem gente que aceita, em sua subjetividade, traumas de infância, maus tratos, falta de amor, abandono, fracassos profissionais, perseguições generalizadas, falta de dinheiro, humilhações... gente, vocês tem esse manual, né?

É impressionante a lista de opcionais que podemos escolher.

Mas, sem dúvida (pra mim, né), o pior opcional é a "mágoa". Você pode dizer que é o melhor, afinal, quando você conta aquela história cabeluda de como foi passado pra trás por aqueles que mais amava, as pessoas te olham com cara de pena e justificam, isso quando não aceitam, todos os erros que você comete.


Bem, não é o meu caso. Eu tenho achado que essa cara de pena só está atrasando minha vida, a minha maturidade, e porque não dizer, a minha capacidade de me divertir, porque, veja bem. Uma pessoa magoada não pode se divertir. Ela tem sempre que carregar a mágoa com ela, dar espaço pra mágoa sentar junto na cadeira, pra mágoa se meter em suas novas relações e, o pior de tudo: tem que dar voz à mágoa no quesito “eu sou uma coitada por tudo que me aconteceu na vida.

Gente, tô com a macaca mesmo. To muito cheia desta história e não sei bem onde está minha mágoa. Eu achava que não tinha mais a mágoa..... mas sabe, não é sempre que me divirto e isso é um sinal de que a mágoa está grudada em algum arquivo, que não foi totalmente desinstalada da minha CPU. Sou oscilante, alguns podem até achar que sou falsa, porque tem dia que me divirto, e tem dia que, com o mesmo fato eu me derreto em auto-comiseração, e só consigo pensar: ai, como sou infeliz.... como me faltou isso e aquilo, como fui contaminada por minha criação, família, cultura, escola, e o escambau.

Ou então apelo pro mundo atual, que também é aliado da minha mágoa. Poxa, num mundo como esse, como é possível ser feliz? Como confiar, como se entregar? Ah, pobre de mim.... tão sozinha nesta arena de vaidades, eu tão humilhada, tão pequenina frente a isso e aquilo (isso e aquilo, são variáveis abertas, mas a fórmula é sempre a mesma).

Bom... sei não, me embananei legal. É a mágoa sabe, é a mágoa disfarçada, entre os opcionais que escolhi no catálogo terrestre.

Porque de fábrica, eu vim pra terra bonitinha, risonha, alegre, maravilhada com cada pequenina coisa que fui descobrindo neste mundão velho de guerra. Eu olhava o mundo, as pessoas e sorria, e sentia uma felicidade imensa de estar viva. E o engraçado, era eu nem sabia que existia esse lance de estar viva.

Eu apenas vivia, como vivem as flores, os animais e as fadas.

Onde foi que eu mudei?

Onde foi que eu sei tudo e nada mais é uma surpresa, a não ser aquele momento em que eu falo: eu sabia, sabia que fulano ia me trair, ia me amar mal. Ou que é sempre assim comigo, ou ainda, o que mais me irrita, "é meu carma".

Olha, vou dar um exemplo bem real, pelo menos para 1 milhão de pessoas. Quando a gente está dentro de uma relação conjugal, e a gente ama essa pessoa, no caso de estar magoada com ele (ou ela) por algum motivo, não dá pra fazer amor. Fazer sexo, até que dá. Tipo com violência no coração, tipo que chora depois de gozar, ou durante, ou sei lá as variações. Como já disse mais de uma vez (quer que eu desenhe..rsrs, pra relaxar gente) teríamos numa enquete, mais de 6 milhões de variáveis.

Voltando ao tema "fazer amor", é um amor triste, acabrunhado, sem tesão. Não sei, mas fazer amor se estou triste e magoada com meu parceiro, rola desta maneira.

Então, quando existe a mágoa, o tesão não vem. Quando a mágoa é soberana, o tesão fica lá, encolhidinho, murcho, quase mortinho da Silva Xavier. Acabou o exemplo.

Pra viver uma vida de felicidade, é imprescindível ter tesão, porque só o tesão promete e cumpre a diversão garantida, aconteça o que acontecer, tudo é conversável numa cabeça conversível. Afinal, sem capota na cabeça, sem nuvem preta rondando nossas ideais, mandando pro coração as velhas mensagens de "coitadismo" (palavra legal, né não), qualquer divertimento vem, deita e rola. Pode brochar, pode chegar alguém, pode até, desculpa gente, soltar um pum. Tudo vira motivo de riso, divertimento. Isso, amigos, é o tesão.

Item de fábrica, que sofre danos irreparáveis quando a gente opta por colocar na nossa máquina aqui, o sobressalente mágoa.

Pensem nisso.... eu continuo pensando, porque todo mundo sabe que, e já dizia Lao Tsé em 640 antes de Cristo, "Saber, e não fazer, ainda não é saber".

Assim, Roberto Freire quando disse “Sem Tesão Não Há solução”, talvez quisesse se referir a isso. Ou não. Fica pra gente o que vale ficar. Cada alma decide o que vai guardar, e quantas correntes amarrará aos seus pés para serem arrastadas vida afora. Cada um que decide, não tem boca livre na vida. Livre arbítrio é isso. Não posso NUNCA mais culpar alguém pelas minhas miserabilidades.

Ilustração - Mari Fontes

Não sei, mas gosto de pensar numa imagem que ouvi no ótimo programa da Litoral FM, o programa do Américo Barbosa, Limiar da Nova Era. Ele disse maomeno assim. Que Deus todas as noites olhava meu jogo, pedia mais uma carta, analisava com um olhar amoroso, coçando a barbicha e, depois, apesar de muitos anjos acharem que eu era carta fora do baralho, Deus jogava mais uns dólares no centro da mesa e dizia: eu aposto nela. E outro dia raiava na minha vida, apesar de nem sempre eu jogar limpo, apesar de nem sempre eu jogar certo, até roubar eu roubo, Deus, sim, o meu Deus aposta em mim, há 54 anos, todas as noites.

Mas olha, esse é o meu Deus gente, isso funciona porque eu acredito. A LEI existe pra quem acredita nela, ou a conhece. É meu modo de ver os fatos. E se você voltar ao início deste texto, verá, que meu modo de ver as coisa, não reflete a verdade dos citados fatos.

Mas reflete, com muita vontade, a luz do meu coração. Ela pode iluminar o teu, ou criar outras sombras, pois quanto maior a luz, maior a sombra que ela revela. Ou cegar de raiva. Vai saber.

Mas o bacana disso tudo é que, pense você o que pensar, nada muda, a não ser que você possa, sem mágoa, com amor, iluminar meu coração. Então, vai ligar a tomada, ou tá difícil?

sábado, 4 de julho de 2009

Uma noite no museu 2


Fomos assisitir ao filme "Uma Noite no Museu 2" . Como não sou crítica de cinema nem nada, vou logo ao que me interessou.

Tenho duas coisas a falar:
1 - "Uma Noite no Museu 2" é igual a "Uma Noite no Museu ", engraçado espirituoso e dinâmico. Só isso.

2 - A mocinha do filme é a Amy Adans, a princesa do "Encantada", que como todos aqui sabem, eu amei de paixão.

Resumindo, a Amy faz o papel da Amelia Earhart, que teria sido a primeira mulher a cruzar o Atlântico num avião mono ou bi -motor, tanto faz, não muda meu argumento.


Lá pelas tantas o Ben Stiller pergunta pra ela:
- Mas afinal, o que a fez escolher ser aviadora na vida?
- A diversão, oras - responde Amelia - que era mulher de verdade - aliás - continua Amelia - existe algum outro motivo para as pessoas fazerem algo na vida que não seja pela diversão?

Lá, no escuro do cinema, elenquei rapidamente na minha mente, quantas coisas eu fazia por diversão. Sinceramente, até perdi o fio da meada do filme, que não era assim tão difícil de seguir.

Decidi ali, fazer uma revisão na minha vida, e ficar apenas com as coisas que faço por diversão. Não é besteira não, nem proselitismo. É a pura verdade.

Numa vida tão curta como a que vivemos, cheias de incontáveis possibilidades, realmente não deve ser difícil ficar apenas com as coisas que nos divertem. Difícil ou fácil, não é exatamente a questão. A questão está na coragem de assumir os desejos, sem culpar ninguém por nossas escolhas.

Sem medo de ser feliz!

Só isso, curto e grosso, porque tudo que eu posso discorrer aqui, a gente tá cansada de saber. Vamos economizar nosso tempo, ou ainda, não jogar esse material tão precioso pelo ralo.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Fernando Bianchi - Festival do Minuto

Eu devia abrir um link novo, de coisas-que-a-gente-tem-que-ver-uma-vez-por-mês, pelo menos.

Neste vídeo onde, podemos reparar que conforme a perspectiva, a história muda, me fez lembrar do Rudolf Steiner que disse - maomeno assim -, que dentro do seu ponto de vista todos tinham razão.

Pois é, imagina, são então mais de 6 milhões de razões, absolutamente diferentes, quando não contraditórias e conflitantes. Não é de se estranhar, tanto estranhamento estranho neste mundo. Falta adjetivo, gente fina.....neste mundo tão pouco substantivo.
.



.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Antes que me esqueça.....


Politicômetro, Fred Astaire e conversa fiada

Gente fina, me perdoe se considero uma novidade, algo careca de velho.

Não leio jornal, muito menos a Veja (chuta que é macumba), não assisto televisão.... só escuto alguns programas de rádio e leio o que me interessa na NET.

Só para ilustrar, quando eu trabalhava no Jornal Mulherio (um jornal de esquerda liberal, tocado apenas por mulheres e financiado pela Fundação Ford, cheinho de intelectuais mulheres, bem bacana viu) eu e meu comparsa, o Jayme (artista plástico, espanhol e arretadíssimo), fazíamos a diagramação e arte do dito cujo - põe 20 anos nisso moçada.

Ocorre que, naquele tempo, a parte gráfica era feita de uma vez só, de preferência finalizada durante a madrugada, hora em que as gráficas rodavam o impressos. Vai daí, que dava 7 da matina, a gente ainda estava lá, meio que delirando e indo embora. Era a hora em que a diarista chegava.

Ela tinha aquela mania de lavar o banheiro e colocar jornais no chão, tipo pra não sujar enquanto estivesse molhado. Coisa de véia, minha avó paterna fazia isso em Barretos.
Bem, sei que eu estou lá no trono, bela e cansada da noite toda de trampo, olho distraidamente pra notícia do jornal em que meus pés estavam pisando..... ai Jesus! Dei um grito. O Fred Astaire tinha morrido.

Saí do banheiro abotoando as calçolas, esbaforida, dando a notícia pra todo mundo que estava lá. A saber: o Jayme e a diarista.
O Jayme disse: "Não enche o saco Walll, vamos acabar as coisas e tomar um café na padaria".

Poxa, pra resumir - porque esta história é uma ilustração e o assunto do post nem começou -, o Fred tinha morrido há mais ou menos seis meses.
É, eu devia ter deduzido que o jornal do banheiro não era do dia.

Quer dizer: além de desinformada, ainda era burra.


Isto posto, vou colocar aqui um link bacana, que pode ter 200 anos, mas só vi hoje. E, a exemplo da história que contei, achei a maior novidade, nesta quinta-feira lazarenta, chuvosa e fria.


É o Politicômetro, e é da Veja táááá! É um teste pra medir sua tendência política. Eu fiz, e gostei do resultado. Me contem seus resultados que eu conto o meu. Olha a chamada do lance:

"O politicômetro é um teste de opinião que o situa no campo das liberdades individuais e da relação entre o estado e a economia. Com a ajuda do sociólogo Alberto Almeida, VEJA preparou um questionário com vinte perguntas. Assim que terminar de respondê-las, você saberá a sua posição política em um quadrante que tem como eixos os extremos esquerda-direita e liberal-antiliberal."

e este é o link

http://veja.abril.com.br/idade/testes/politicometro/politicometro.html

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Romantismo masculino

Eu gosto de rir sozinha, ou melhor, de rir para a tela do meu micro, pensando na pessoa que me mandou a mensagem e vendo a cara dela, ansiosa pra me ver dar risada. É mais ou menos assim. Dá pra entender?

Então faz assim ó: veja esse vídeo e entre na viajem que descrevi. O quê, você já está rindo? Tá com a vida ganha, heim? Assim que eu gosto.



.

voltar pro céu