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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Pé na jaca

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De presente de natal, estou deixando o Facebook. Quando entrei nessa coisa, que se dizia uma rede social, não sabia que a rede me engoliria e que este social era tão maçante fútil e perverso como todo e qualquer grupo social. Bem ignorante né.... como se eu não tivesse vivido nesse mundo, ou ao menos estudado história, essa ciência implacável.

Meus amigos conhecem minha casa, têm meu telefone, meu Email…. Meus seguidores comentam e me lêem discretamente e sem alarde nos meus blogs. Quero parar de perder esse tempo precioso de minha vida. Se é pra ter algum vício, de novo gentefina, prefiro um bom alucinógeno, tipo ficar apaixonada. Ou cheirar a terra recém molhada pela chuva, ou olhar o céu com seus mistérios e segredos. E claro, minha cerveja e cigarrinho de palha. Preciso reencontrar meu caminho do ócio..... meu ócio sempre foi produtivo. Como tudo inventado pelo poder dominante, hoje, o capital, eles querem meu tempo livre. Ah, não vou deixar........

Continuarei a linkar novos posts do Céu Aberto e do Mnemosine. E vou criar vergonha e fazer um blog de fotos. Mas fora isso, não recebo mais nenhuma comunicação do face. Quem sentir saudades, sabe onde me encontrar.

A preguiça mata a gente, e pior, mata a alma a criatividade e a beleza.
Não sou parte de uma rede, sou uma infiltrada.

E se é por falta de adeus.......

Pra quem fica..... cuidado!

domingo, 25 de dezembro de 2011

Year in Pictures 2011

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Blogpost by Mike Townsley - December 20, 2011 at 16:2
2011 was the year the bottom shook the top, the year the ballerina danced on the bull, and “The Protestor” was named Time Magazine person of the year. The faces in our Year in Pictures pay testament and tribute to our contribution and to the benefit of standing up and taking action. 
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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Natal 2011

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Gentefina que me acompanhe nestes 4 anos de blog, sabe que sou a Miss Comemoration. Mas neste ano briguei com tudo, a começar por mim. Foi briga, culpa, questionamento, mente a mil todos os segundos de todos os dias desse ano apavorante. São João, São Micael, Páscoa, passou tudo sem eu me tocar dos momentos cósmicos da vida. 

Então, como tudo na vida é movimento, sarei gentefina, pelo menos hoje tô sarada…rsrsrs.

Essa imagem eu já usei, mas sabe gentefina, ela me diz muito, sempre. Esse papai noel, esse velhinho que vive do, e para o Natal, dos presentes, de sua idumentária, tirar a roupa, se despir de suas obrigações, sair correndo nu pela praia, sabe, é isso que quero, é pra isso que nasci. Pra me despir de todas as roupas que fui aceitando usar. 

Porque gentefina, ninguém encostou revólver na minha cabeça. Fiz porque quis, nada de carma, trauma, somente medo e desejo de ser querida. 

Pois se foda tudo. Eu sou assim, e foda-se, de novo, coito duplo.
Pros amigos da Vila Yamaguishi, fiz uma alteração na kilomentagem. Papis Noel está no ponto zero.

Gente….. suspiro longo. Vamos ser felizes, pelamordedeus?
Vai pra todos meus irmãos da Vila Yamaguishi, pras minhas irmãs do coração, Priscila, Livia, Vera, Maria Helena, Juju, Gigi lá no céu, Tania, Bia, Marta, Edna. Pros meus irmãos Xu, Zet, Wagão, Gustavo e Celso, Mário e o amado Jorge Llerena. Pras internéticas não menos queridas. ßß e Bárbara. Pro meu filho amado Daniel, Nana e Tiago, quase filhos, e pra minha filha postiça Clarinha e neta postiça Sarah. Vai tbm pra vc Yusuf, que me gosta como eu sou, apesar de eu não saber quem sou. E pra todo mundo que zela pela alegria do mundo.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Bikes e crazys

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Gentefina, fala sério, olha a criatividade e entusiasmo dessa gentePHIníssima.
Estava eu, na Av. Repúblida do Líbano e dou de cara com eles. Eles riram, eu bati a foto, e fui beber todas na casa da Tânia!

foto: WalkyriaSuleiman

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Mauro

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Gentefina
Esse grafiteito que chama Mauro, é demais! Minha filha, a Catharina Suleiman, ficou louca por ele, e numa demolição, deu lambris de madeira e trocou na dita cuja, pelas placas do Mauro. 
Tá lá na casa dela, lindo mesmo.
Adoro, adoro!
Essas fotos fiz outro dia, pela Sampa de todos nós.

E esse lance de fazer grafite, é para mim o equivalente ocidental das mandalas de areia....né não? 

Terríveis Monges urbanos em seus aviões!!!

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O Facebook está contra a alegria- por Evgeny Morozov

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Uma das ideias mais influentes e perigosas, e menos consideradas, a surgir neste final de ano no Vale do Silício é a de "compartilhamento sem fricção". Articulada por Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, em setembro, a ideia pode reformular a cultura da internet tal como a conhecemos -e não para melhor.

O princípio que embasa o "compartilhamento sem fricção" é enganosamente simples e atraente: em lugar de perguntar aos usuários se eles desejam compartilhar com os amigos seus produtos favoritos -os filmes a que assistem online, a música que ouvem, os livros e artigos que leem-, por que não registrar automaticamente todas as suas escolhas, livrá-los da tarefa de compartilhar essas informações e permitir que seus amigos descubram mais conteúdo interessante de forma automática? Se Zuckerberg conseguir o que quer, cada artigo que leiamos e cada canção que viermos a escutar seria automaticamente compartilhada com os outros -sem que tivéssemos nem de apertar aqueles irritantes botões de "curtir".

É precisamente isso que o Facebook deseja fazer com sua ideia de aplicativos sociais, que rastreiam tudo que uma pessoa consuma no site (e, nem seria preciso dizer, consumimos mais e mais informações sem sair do Facebook). Não é impensável que o Facebook em breve venha a desenvolver aplicativos capazes de rastrear também o que fazemos fora de seu site. E a essa altura, não estamos mais falando de uma questão de tecnologia, mas sim de uma questão de ideologia -fazer com que esse "compartilhamento sem fricção" pareça completamente normal, e até desejável.



Na verdade, já existe tecnologia que permite que o Facebook consiga o que quer. Algumas semanas atrás, o gigante das redes sociais foi forçado a admitir que estava mesmo rastreando as atividades online até mesmo de usuários que não estavam logados em seu site. (Imagine se um funcionário do supermercado mais próximo de sua casa o seguisse pela cidade em um carro equipado com câmeras, depois de você fazer compras por lá: é exatamente isso que o Facebook está fazendo.)

Mas o que significa o "compartilhamento sem fricção" para aqueles dentre nós que se preocupam com a qualidade da vida pública e o futuro da democracia? É claro que um motivo simples para resistir a um futuro no qual tudo que fazemos será registrado e compartilhado com outros é o medo de uma vigilância onipresente. O Vale do Silício conseguiu contornar com sucesso esse tipo de preocupação ao alegar que muitos usuários do Facebook não objetam ao "compartilhamento sem fricção" porque ninguém estaria interessado de verdade em que canções eles ouvem ou que livros estão lendo.

Verdade -mas essas alegações em geral subestimam a capacidade dos anunciantes, dos partidos políticos e das polícias secretas modernas de prever muitas outras coisas com base em curtas sequências de dados que parecem completamente inocentes. Existem muitas pesquisas acadêmicas que documentam o quanto é fácil prever a reputação sexual de uma pessoa por meio de uma análise de sua lista de amigos no Facebook.

Não seria difícil adivinhar seu nível de renda estudando os valores que gasta comprando música e vídeos online. E a raça também pode ser prevista -com base em estereótipos grotescos sobre preferências culturais das pessoas de uma dada raça com relação a música, filmes, livros e assim por diante. Estudar que artigos uma pessoa lê online pode ajudar a prever suas preferências políticas. Tudo isso somado cria um retrato singular e bastante preciso de um usuário. E, claro, ao contrário do que acontece com os bem protegidos arquivos policiais, essa informação estaria disponível para quem quer que deseje usá-la ou abusá-la.

Mas os problemas não se limitam à monitoração em larga escala. E se empresas que fazem negócios com o Facebook desenvolverem o hábito de usar os estereótipos surgidos dos dados que revelamos a elas a fim de nos enquadrar em suas estreitas categorias -por exemplo, "hipster de nível universitário que gosta de música indie e vota na esquerda"? Isso não seria tão terrível se essas empresas não utilizassem essas categorias para formatar ofertas personalizadas de conteúdo dirigidas a nós.

No entanto, devido ao "compartilhamento sem fricção", essas empresas terminam operando com aquilo que o jornalista tecnológico norte-americano Eli Pariser define como "má teoria de personalidade": elas partem de suposições incompletas sobre quem somos baseadas em livros, filmes e músicas que já consumimos, e tentam descobrir em que categoria pré-existente de marketing nos enquadramos, para nos fornecer conteúdo que outros usuários enquadrados na mesma categoria apreciam.

O perigo disso é bastante claro: nós, usuários de Internet, logo estaremos privados de espaço para crescimento intelectual, porque seremos bombardeados por links para material que provavelmente apreciaremos.

O "compartilhamento sem fricção" reduz o espaço aberto à provocação, à ousadia, ao desequilíbrio estético, e a Internet se tornará a pior paródia do Vale do Silício, onde todo mundo supostamente sorri e se sente "bacana" o tempo todo.

Mas existe algo de ainda mais repelente nessa ideia. O motivo para que compartilhemos links deliberadamente, na rede, é acreditarmos que esses links conduzam a conteúdo interessante, estimulante, divertido, perigoso ou horrivelmente ruim. Temos de fazer julgamentos sobre o que vimos, temos de avaliar -artigos, livros, canções. A maior parte dessas avaliações é rasa, claro, mas ainda assim nos forçam a exercitar nossa faculdade crítica, a operar como curadores -mesmo que para uma audiência formada por apenas 10 amigos.

Pode haver muitas razões para não gostar desse mundo de crítica democratizada. Muitos críticos profissionais se apressam a condenar as resenhas sucintas de livros disponíveis na Amazon pela perda de prestígio da crítica literária tradicional. Mas, ao menos da perspectiva de promover a cidadania, de ter mais gente envolvida com a cultura -em lugar de apenas consumindo silenciosamente aquilo que lhe é oferecido-, essa tendência sempre foi positiva.

No entanto, a ideologia do "compartilhamento sem fricção" quer promover um envolvimento muito diferente com a Internet, nos termos do qual os usuários não são imaginados como críticos prontos a discriminar entre tipos diferentes de conteúdo, mas sim como robôs sem alma cuja função única é consumir conteúdo e produzir gráficos, tendências e bancos de dados para que ainda mais conteúdo lhes possa ser vendido. Já não compartilharemos aquilo que gostamos de modo consciente; em lugar disso, o Facebook compartilhará tudo -bom, ruim, interessante ou chato- em nosso nome.

Claro, nossos amigos poderão continuar descobrindo sobre o que estamos lendo ou ouvindo -ainda que pareça pouco provável que alguém consiga acompanhar tantos fluxos de dados provenientes de tantas pessoas-, mas ninguém mais esperará que pronunciemos nossa opinião sobre as coisas. O importante não será nossa avaliação sobre um livro, canção ou filme específico, mas o fato de que tenhamos consumido esse conteúdo, que agora poderá ser usado para prever o nosso "tipo de personalidade", nos vender publicidade e, quem sabe, nos recomendar novos livros.

É hora de percebermos que o Facebook está eliminando a alegria, o caos e a natureza idiossincrática da Internet, e substituindo tudo isso por sorrisos artificiais, eficiência tediosa (e portanto "sem fricção") e uma interação abrangente mas branda e inane com a cultura. A menos que percebamos as consequências do "compartilhamento sem fricção", o futuro fácil e sem problemas que o Vale do Silício promete pode se provar desastroso para aqueles que desejam fomentar o pensamento crítico.
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Evgeny Morozov é pesquisador-visitante da Universidade Stanford e analista da New America Foundation. É autor de "The Net Delusion: The Dark Side of Internet Freedom" (A desilusão da rede: o lado sombrio da liberdade na internet). Tem artigos publicados em jornais e revistas como "The New York Times", "The Wall Street Journal", "The Financial Times" e "The Economist".. Lançará em 2012 o livro "Silicon Democracy" (A Democracia do Silício).
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domingo, 4 de dezembro de 2011

Mudando Paradigmas na Educação

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Gentefina, vocês precisam asssistir a esse vídeo. É super atual e muito pertinente, não só no tema específico, como também pode se estender a outras preocupações, tipo a massificação de pensamento que o Facebook está disseminando.


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Doutor Sócrates










Sócrates, hoje o timão joga pra você. E nóix, vamos pensar que você está no céu, ajeitando as coisas e fazendo a Democracia Celestial. 
Vai em paz Doutor!

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sábado, 3 de dezembro de 2011

Como ser um blogueiro de sucesso


Guia prático da Tia Walll

Depois de exaustivas pesquisas, noites em dormir esperando respostas aos meus comentários, unhas roídas até a raiz, na expectativa de que alguém comentasse meus posts sérios, total decepção na minha carreira de blogueira e, perda geral das ilusões - no que tange à glória e ao reconhecimento internacional - , elaborei este guia, muito do prático. O dito cujo pode realmente ajudar àqueles que, como eu, nutriam várias ilusões quanto à vida de blogueira.
A saber:

1 – Permeie seus posts compridos e exaustivos, com posts rápidos, de três linha no máximo. Tipo algum momento loreal, ou uma frase famosa, ou uma piada, poesia, cartum, você pode escolher.
Assim, aqueles que entram de vez em nunca no seu blog, ao sentirem preguiça de ler aquele palavratório todo, podem ler o post rápido e fazer, finalmente, um comentário.
Aplaca a culpa da ausência, neles, e te deixa feliz.

2 – Nunca, mas nunca mesmo, deixe o seguinte comentário: "passei só pra te desejar um bom fim de semana, ou dias das mães", ou natal, ou qualquer outra convenção social politicamente correta.
Mostra que além de você não ter lido nada, ainda é pobre de imaginação. Pega mal.
Exceções:

a - Quando o blogueiro passa dias sem publicar nada e você genuinamente decide deixar um comentário desses, por pura inércia, porque você entrou no blog 200 vezes e nada de post novo.

b - Quando o blogueiro não tem computador em casa, publica do trabalho, é difícil, tem que ter um jogo de cintura danado. Dê este desconto, e comente sua saudade dele.

3 – Nunca, mas nunquinha, espere que seus comentários sejam lidos. Você acaba entrando freneticamente naquele blog, à espera de uma resposta do blogueiro em questão, que nem lê respostas. Isso mina as energias, além de acirrar seu complexo de perseguição.

4 – Tenha auto estima, nunca, em tempo algum, reclame por visitas ou comentários. Comentários engordam e fazem crescer, apenas o ego. O outro blogueiro entra no teu blog de pena, coisa que te coloca abaixo do umbigo do Bill Gates.

5 - Já foi provado por artistas gráficos de todo o mundo, e de todas as épocas, que as melhores telas de fundo são as de cores claras e pastéis. Facilitam a leitura, não dão aquele embaçamento na vista, ou seja, possibilitam uma leitura melhor, mesmo que o que você tenha escrito seja uma porcaria, o visitante tem mais chance de não se cansar visualmente, o que já é uma grande coisa.

Mas se você for do tipo teimoso, cool, e burro, mantenha na sua página fundos escuros. Digo que você vai ter que rebolar pra prender a atenção, mas daqueles que prender, pode ter certeza, é uma façanha digna de nota.

6 - Evite comentários politicamente incorretos. Por mais que você seja contra ou a favor de jogador de futebol, partido político, religião, pastor da igreja universal, emergente, apresentadoras de programas femininos e/ou infantis, tropicalistas em queda livre, sindicalistas e ginecologistas, cale-se. Entre teus seguidores sempre existirão os do contra, os à favor e os tico-tico-no-fubá. Então, procure outro tema que você ganha mais.

7 – Sempre mantenha nos rascunhos, algo preparado para dias sem inspiração. Não há nada que visitante deteste mais, do que blogueiro sem inspiração. Tem que matar um boi por dia, tava pensando o quê? Que ia ser fácil? Distante, impessoal?

8 - Regra de ouro:
se não ler, não comente,
se ler e não tiver nada de verdade pra dizer, não comente,
se comentar, atenha-se ao post.

9 - Nunquinha mesmo use os coments dos outros para fazer propaganda de seu blog, tipo by the way. Os blogueiros simplesmente te colocam na lista negra.

10 – Segunda regra de ouro: se o cara virou teu seguidor, mais que depressa vire dele. Não importa a raça, religião, credo ou cruz credo. Salvo alguma perseguição vindoura, os blogs estão repletos de idiossincrasias. É seguidor carnívoro com vegetariano, petista com pessedebista, corintiano com palmeirense, e daí pra frente que não sou besta e não vou me queimar, logo nas lições práticas.

11 – Acabe com a ilusão de fidelidade. Nunca acredite em quem entra no seu blog, adora e diz que voltará mais tarde para ler tudo. Ninguém volta mais tarde, nem tá a fim de ler tudo. Tá pensando que blog é dossiê?

12 – Mantenha seu blog leve. Pense que nem todo mundo tem um PC ou um MAC potente. Evite a todo o custo ter muitos slide show. É um show só pra você, tipo festa do filho da gente com teatrinhos e declamações toscas. Pro visitante é uma tortura, o blog trava, a página demora pra abrir..... Conclusão: ele muda de blog e adeus audiência.

Mas se você quer mesmo, acha pertinente, tenha apenas um número razoável, que eu diria, não ultrapassa o número um.

13 – Pelamordedeus.... Se você gosta de fundo musical, não pode evitar, pelo menos coloque o gadget bem visível, lá em cima. Assim, quem não quer esperar 200 horas pra carregar teu blog, ou levar um susto com o som, pode desligar o mesmo in loco.

E lembre-se da regra 6; não seja partidário de nada. Escolha uma música assim meio que batata. Mozart, Villa Lobos, nada de Ivete Sangalo, ou Caetano Veloso, ou Leandro e Leonardo, David Bowie. A qualidade aqui não vale nada. Tudo pra manter os visitantes, lembre-se.

(Particularmente, detesto blog com música, ainda mais quando abro vários ao mesmo tempo e fica uma coisa de louco. Não sei que música é de qual. Conclusão: desligo todos, só de pirraça.)

14 Never coloque o selo da Veja Blog visível. Todo mundo já sabe que é marmelada, e que foi você mesminha que indicou seu blog.
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15 - Em hipótese alguma, mesmo diante de uma possível falência cárdio-internética-renal, peça pra outro blogueiro te colocar na lista dos blogs favoritos dele. (Confesso que já fiz isso, uma vez apenas, com a Nydia, do blog Longitudes. É que eu achava ela tão bacana, tão legal, tinha tanta inveja de quem tava no blog dela.... sei que morro de vergonha até hoje.) O cara, se for educado e polido, te coloca, mas te esconjura por dentro. Se ele for casca grossa como a blogueira que vos aconselha, ele ignora ou te manda catar bites em outra freguesia.

16 - Não passe a vergonha de colocar nos coments alheios, poesia, conversa fiada ou considerações suas. Se o cara quisesse ler tua poesia, ele ia no teu blog. É auto explicativa essa dica.

17 – E, finalmente, não acredite em fidelidade. Ela só existe quando o cara tá a fim de você, ou vice-versa, ou quando ele é teu empregado ou subalterno. Se é filho ou parente, depende do que eles estão querendo.

E lembre-se, é nos comentários que se conhece o blogueiro.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Dia Mundial de Combate à Aids

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Eu não assimilo muito bem, que a gente tenha que ter uma dia para algo. Mas tem sua lógica: se a gente não marca o dia da faxina, o dia do médico, o dia do putaqueospa, a gente acaba no desleixo. 

Entonces, vamos lembrar agora, aqui, que tem muita gente espalhando a doença por pura vaidade e irresponsabilidade. Que tem muito governo que barganha tratamento. Que tem alguns laboratórios lucrando com a desgraça alheia, e que tem um monte de gente SUPER legal e GENEROSA, que dedica a vida pra lutar por alguma causa, no caso, a ajuda aos soropositivos sem convênio, dinheiro ou assistência. 

Mas que o obelisco ficou chique, ah, isso ficou!

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gentefina, copiei as fotos da net.....
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